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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Bolívia</title>
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		<title>Com a Bolívia, somos MAS</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 22:27:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Parabéns ao MAS, que conseguiu recuperar nas urnas o poder que lhe foi usurpado pela oligarquia, com a cumplicidade da OEA e o guia imperial», escreveu bem cedo, em sua conta no Twitter, o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para parabenizar a notícia, sobre a qual recalcou: «Cuba compartilha a alegria pelo triunfo de Luis Arce». E acrescentou: «Renasce o ideal bolivariano».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6092" alt="Bolivia presidente" src="/files/2020/10/Bolivia-presidente.jpg" width="300" height="250" />O povo boliviano demonstrou que a razão, a dignidade e a luta não se perderam com o golpe militar, nem com as atrocidades do governo de fato, instaurado no ano passado.</p>
<p>A vitória esmagadora do candidato do Movimento ao Socialismo (MAS), Luis Arce, que superou em mais de 20 pontos o mais próximo candidato, fez fracassar a ilusão da direita de unir suas forcas para vencer no segundo turno eleitoral.</p>
<p>«Parabéns ao MAS, que conseguiu recuperar nas urnas o poder que lhe foi usurpado pela oligarquia, com a cumplicidade da OEA e o guia imperial», escreveu bem cedo, em sua conta no Twitter, o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, para parabenizar a notícia, sobre a qual recalcou: «Cuba compartilha a alegria pelo triunfo de Luis Arce». E acrescentou: «Renasce o ideal bolivariano».</p>
<p>No fio da tarde, o vencedor respondia, em franco agradecimento: «Obrigado, presidente Miguel Díaz-Canel. O povo unido determinou, com o voto, o retorno da estabilidade econômica, social e política. Hoje compartilhamos a mesma alegria, porque nosso povo recuperou a esperança».</p>
<p>Os resultados das eleições neste país andino demonstram a farsa montada pela OEA o Grupo de Lima e os Estados Unidos, após as eleições de 2019, que conduziram ao golpe militar, a saída de Evo Morales e a repressão que matou mais de 30 pessoas.</p>
<p>A vontade do povo foi tão contundente que a presidenta de fato, Jeanine Añez, não teve outra opção que reconhecer o MAS.</p>
<p>Em sua primeira alocução pública após vencer, Arce enfatizou em que vai construir um governo de unidade nacional, e reconduzir o processo de mudanças sem ódio, aprendendo e superando os erros.</p>
<p>Junto ao seu companheiro na candidatura, David Choquehuanca, tem a moral e a experiência para reverter o pesadelo neoliberal depois do golpe militar. O desastre econômico tutelado por Añez, agravado pelo péssimo manuseamento da pandemia, a corrupção em ascensão, a entrega dos recursos naturais e usinas a grandes monopólios, abalaram a dignidade popular, que apostou na paz nas urnas.</p>
<p>Uma vez no poder – mas pondo atenção as manobras com que, de certeza, vão reagir os inimigos dentro e fora do país – o novo governo terá uma tarefa bem desafiante e complicada: unir vontades políticas, afiançar a confiança no povo, encaminhar o desenvolvimento econômico e social, corrigir o manuseamento da Covid-19 para parar os surtos de infecção e morte, e restaurar a soberania e as relações internacionais, destruídas pelo executivo golpista.<br />
<strong><br />
(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Bolívia: o antes e o depois de Evo Morales</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 18:37:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[HÁ muitos anos, o homem que levou seu país a mostrar indicadores econômicos e sociais de primeira ordem, o Estado Plurinacional da Bolívia, esteve preso em uma base militar em Copacabana, uma cidade no departamento de La Paz, muito próxima da fronteira com o Peru.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5402" alt="Evo LInera" src="/files/2019/01/Evo-LInera.jpg" width="300" height="241" />HÁ muitos anos, o homem que levou seu país a mostrar indicadores econômicos e sociais de primeira ordem, o Estado Plurinacional da Bolívia, esteve preso em uma base militar em Copacabana, uma cidade no departamento de La Paz, muito próxima da fronteira com o Peru.</p>
<p>Era o ano de 1995 e Evo Morales suportou insultos e indagações, por defender seus direitos e os do setor da coca. No entanto, o nome expresso com mais ódio pelos seus captores era o de índio, uma palavra que se transformou num insulto em bocas sem moral, mas que era e é para este homem um dos seus grandes valores.</p>
<p>Atualmente esse índio, Evo Morales, é muito amado por seu povo e continua pondo bem alto suas raízes aborígenes.</p>
<p>Além disso, Evo luta incansavelmente para continuar erradicando males sociais que anos atrás fizeram de seu país uma nação sem futuro.</p>
<p>No entanto, algumas pessoas alheias a esta realidade, de diferentes latitudes, ou no conforto de seus lares, criticam a decisão deste líder de concorrer a um quarto mandato, obviando o inegável apoio de seu povo e os números que, sem dúvida, ratificam suas certezas.</p>
<p>A BOLÍVIA ANTES DE EVO</p>
<p>Um comentário oportuno do jornal mexicano La Jornada lembra como na Bolívia alguns donos de capital exploraram os índios aymaras e quíchuas, guaranis e outros povos indígenas, grupos étnicos que compõem o universo boliviano e viram como seus direitos mais simples foram desrespeitados.</p>
<p>O texto do jornal afirma que 90% da população rural vivia na pobreza, de modo que esta nação, juntamente com Honduras e Haiti, formava uma tríade de futuro incerto, com os piores índices de desenvolvimento humano da região. Ao mesmo tempo, empresas que antes eram públicas após a chegada ao poder dos governos oligárquicos desde 1952, tornaram-se privadas e os presidentes no poder fizeram fortuna hipotecando o bem-estar das pessoas e bens que deveriam proteger, não desviar.</p>
<p>No entanto, como indica o especialista Darío Restrepo em um estudo realizado pela Universidade Nacional da Colômbia, com a chegada ao poder de Morales, um programa contrário ao vigente começou nos últimos 20 anos.</p>
<p>«(&#8230;) em vez de democracia representativa exclusiva, quero reivindicar o poder para as comunidades, povos e organizações indígenas, camponesas e populares; em vez de reivindicar ser o presidente de uma Bolívia moderna, ocidental e liberal, expressou o anseio por uma Bolívia multinacional, crítica do ‘Estado colonial’ e da democracia liberal e burguesa», enfatiza.</p>
<p>BOLÍVIA COM EVO</p>
<p>Segundo o jornal chileno La Tercera, nos últimos 12 anos a economia boliviana cresceu 4,9% ao ano, superando em muito a média regional de 2,7% e triplicando seu PIB de 11,5 bilhões de dólares para 37,7 bilhões atuais.</p>
<p>Esta publicação também garante que, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) do país, a inflação subiu apenas 2,7% em 2017, a mais baixa em dez anos, enquanto o mercado de trabalho se fortaleceu.</p>
<p>Por outro lado, numa entrevista feita ao líder boliviano pela BBC World , Evo comentou que uma das batalhas vencidas por seu governo foi o fato de que por três ou quatro anos consecutivos sua nação foi a primeira quanto a crescimento econômico em toda a América do Sul. «Isso nunca aconteceu desde a fundação da República», reafirmou.</p>
<p>Outra das grandes realizações sob sua liderança tem sido a redução do setor mais desprovido de recursos. Segundo a Telesur, em 2017, a Bolívia fez esforços consideráveis para reduzir a pobreza, caindo para o seu nível histórico mais baixo, em 36,4%.</p>
<p>A renda mínima aumentou para 127% e o salário mínimo dos trabalhadores é o segundo melhor da América Latina.</p>
<p>Mas a população não só se beneficiou em questões econômicas. Como o presidente boliviano nos conta naquela entrevista: «O setor mais humilhado e marginalizado, que era o das mulheres de todas as classes sociais e indígenas, agora tem espaços no Estado Plurinacional».</p>
<p>«Todos nós temos os mesmos direitos e deveres &#8220;, enfatizou.</p>
<p>Segundo o analista Hugo Siles, «a história contemporânea da Bolívia está dividida em duas: antes e depois de Evo Morales». Além disso, ele enfatiza para o La Nación que «a Bolívia mudou substancialmente na última década, há um antes e um depois de Evo Morales». É uma nação muito diferente social, econômica e politicamente. A chegada de Morales implicou uma mudança de 180 graus em questões como a gestão de recursos naturais e a inclusão dos povos indígenas».</p>
<p>Ao mesmo tempo, Siles reconhece que ainda há muito a ser feito, especialmente em questões relacionadas com as reformas ou mudanças no sistema judicial e maior reco-nhecimento da população LGBT.</p>
<p>Esse homem simples, de família humilde, que teve que trabalhar como pedreiro, padeiro e trombeteiro para pagar seus estudos, foi considerado terrorista e demonizado pela oposição para refrear suas aspirações políticas. No entanto, em 2005, ele venceu as eleições presidenciais com 53,7% dos votos, apoio que continua crescendo em nossos dias.</p>
<p>EM NÚMEROS</p>
<p>1.5 bilhão de dólares: Recentemente, o governo de Morales anunciou que essa quantia será investida para continuar a construção de rodovias e aeroportos.</p>
<p>3.000 centros públicos de saúde: Depois que Evo Morales ocupou a presidência, a Bolívia conta até à data com 3.000 centros públicos de saúde de primeiro nível e mais de 200 no atendimento secundário, em todo o território nacional, segundo a ministra da Saúde, Ariana Campero.</p>
<p>85,2 % da população tem água potável: Foi garantido o acesso da água potável à população que em outros tempos viveu até uma «Guerra da Água».</p>
<p>1.4 milhão de títulos de terras: Entregues aos camponeses e indígenas da Bolívia.</p>
<p>900.000 pessoas idosas recebem a «Renda da Dignidade», graças a um investimento de mais de US$ 2,9 bilhões.</p>
<p>14% do orçamento Destinado pelo governo boliviano para a educação.</p>
<p>BOLÍVIA LIDEROU O CRESCIMENTO ECONÔMICO NOS ANOS 2009, 2014-2017</p>
<p>Estimativa oficial em 2017</p>
<p>Países Banco Mundial</p>
<p>Bolívia 3,9</p>
<p>Paraguai 3,8</p>
<p>Uruguai 3,0</p>
<p>Argentina 2,8</p>
<p>Peru 2,7</p>
<p>Colômbia 1,8</p>
<p>Chile 1,4</p>
<p>Equador 0,8</p>
<p>Brasil 0,7</p>
<p>América do Sul 0,6</p>
<p>Países Fundo Monetário Internacional</p>
<p>Bolívia 4,0</p>
<p>Paraguai 3,9</p>
<p>Uruguai 3,5</p>
<p>Peru 2,7</p>
<p>Argentina 2,5</p>
<p>Colômbia 1,7</p>
<p>Chile 1,4</p>
<p>Brasil 0,7</p>
<p>América do Sul 0,6</p>
<p>Equador 0,3</p>
<p>PROJETOS EM PREFEITURAS E MUNICÍPIOS MONTANTE</p>
<p>(em milhões de dólares)</p>
<p>Acessos Seguros para viver bem: para projetos 116,8</p>
<p>próprios de infraestrutura de maquinaria e equipamentos</p>
<p>Beneficiadas: 8 prefeituras e 2 municípios</p>
<p>Contrapartes Locais: para obras concorrentes 463,6</p>
<p>Com o Governo Nacional em obras públicas, serviços básicos.</p>
<p>Beneficiadas: 8 prefeituras e 81 municípios</p>
<p>Contrapartes Locais: para projetos com 50% de avanço. 103,5</p>
<p>Beneficiadas: 2 prefeituras e 9 municípios</p>
<p>Universidades Públicas Autônomas: projetos 6,9</p>
<p>de investimento e infraestrutura</p>
<p>Total 690,8</p>
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		<title>Miguel Díaz-Canel recebeu o presidente boliviano Evo Morales</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2018 17:54:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na segunda-feira, 23 de abril, o presidente boliviano Evo Morales Ayma, presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, quem faz uma visita oficial ao nosso país. Em um ambiente de amizade, coincidiram em continuar fortalecendo os laços bilaterais e ampliar a cooperação em diversas áreas. Ainda, trocaram opiniões sobre os principais assuntos da situação regional e internacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5023" alt="Canel y Evo Morales" src="/files/2018/04/Canel-y-Evo-Morales.jpg" width="300" height="249" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na segunda-feira, 23 de abril, o presidente boliviano Evo Morales Ayma, presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, quem faz uma visita oficial ao nosso país.</p>
<p>Em um ambiente de amizade, coincidiram em continuar fortalecendo os laços bilaterais e ampliar a cooperação em diversas áreas. Ainda, trocaram opiniões sobre os principais assuntos da situação regional e internacional. O presidente boliviano reiterou seus parabéns ao companheiro Díaz-Canel Bermúdez e transmitiu saudações afetuosas ao general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o presidente cubano ratificou nosso apoio e solidariedade ao povo e ao governo do Estado Plurinacional da Bolívia.</p>
<p>Acompanharam o distinto visitante a ministra da Saúde, Ariana Campero Nava, e o embaixador Juan Ramón Quintana Taborga.</p>
<p>Pela parte cubana marcaram presença o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla; os vice-ministros da Saúde Pública e das Relações Exteriores, Marcia Cobas Ruiz e Rogelio Sierra Díaz, respectivamente; bem como o embaixador Benigno Pérez Fernández.</p>
<p>AGENDA COM O LEGADO DE FIDEL</p>
<p>O presidente da Bolívia, Evo Morales, expressou em 23 de abril, em Havana, sua disposição de trabalhar em uma nova agenda de trabalho entre os dois países sobre a base do legado do líder histórico da Revolução, Fidel Castro.</p>
<p>Morales fez essas declarações à imprensa cubana depois de fazer honras a José Martí no Memorial da Praça da Revolução.</p>
<p>Evo Morales explicou que com sua visita se propõe «retomar nossa agenda da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América-Tratado de Comércio dos Povos e da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos».</p>
<p>À tarde, visitou o Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia, acompanhado de Díaz-Canel, e depois ministrou uma entrevista coletiva.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Presidente da Bolivia visita Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/04/23/presidente-da-bolivia-visita-cuba/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 23:14:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na hora do fechamento deste jornal, era esperada chegada a Cuba do companheiro Evo Morales Ayma, presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, em uma visita oficial.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5014" alt="Diaz Cannel y Evo" src="/files/2018/04/Diaz-Cannel-y-Evo.jpg" width="300" height="249" />Na hora do fechamento deste jornal, era esperada chegada a Cuba do companheiro Evo Morales Ayma, presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, em uma visita oficial.</p>
<p>Durante sua estada, o distinto visitante terá conversações oficiais com o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, e fará outras atividades.<br />
<strong><br />
(Granma)</strong></p>
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		<title>Missão Moto Méndez: com a esperança em suas mãos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 23:30:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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		<category><![CDATA[médicos cubanos]]></category>
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		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A missão médica Moto Méndez na Bolivia, na qual participam experts cubanos e desta nação sul-americana, mostra resultados tangíveis, os quais garantem melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiências. Há vários anos, o trabalho da brigada médica cubana é conhecido na Bolívia, mais além das estatísticas de consultas oferecidas; a equipe de trabalho é caracterizada pelo amor que professa ao povo deste país do planalto, que também retruca com o seu carinho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4386" alt="mision moto mendez" src="/files/2016/11/mision-moto-mendez.jpg" width="300" height="225" />A missão médica Moto Méndez na Bolivia, na qual participam experts cubanos e desta nação sul-americana, mostra resultados tangíveis, os quais garantem melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiências.</p>
<p>Há vários anos, o trabalho da brigada médica cubana é conhecido na Bolívia, mais além das estatísticas de consultas oferecidas; a equipe de trabalho é caracterizada pelo amor que professa ao povo deste país do planalto, que também retruca com o seu carinho.</p>
<p>Os cidadãos — exercendo seu direito à saúde, tal como se propõe o governo do presidente Evo Morales — frequentam as consultas dos médicos da Ilha maior das antilhas, nas especialidades de Medicina Geral Integral, Pediatria, Neonatologia, Medicina Interna, Gastrenterologia, Cardiologia, Geriatria, Neurologia, Otorrinolaringologia e Dermatologia, entre outras áreas.</p>
<p>Parte da brigada médica cubana se dedica, há vários anos, ao trabalho com as pessoas com deficiência, levando a esse segmento social um atendimento especializado, com vista a melhorar sua qualidade de vida.</p>
<p>A doutora Anoris Herrera, membro da Missão Moto Méndez, declarou à Prensa Latina que em 2010 começou este trabalho, chamada na primeira etapa de pesquisa-ação. Anoris explicou que nesse momento se fez um estudo sobre a deficiência nos nove departamentos do país, o qual culminou em agosto desse mesmo ano.</p>
<p>«Em um primeiro momento foram estudadas 82.087 pessoas com deficiências, predominando a deficiência físico-motora acima de outras, e foram estudadas mais de 18 mil pessoas com deficiência intelectual», precisou Herrera.</p>
<p>«Em uma segunda etapa o estudo continuou em outros departamentos do país e se continuaram identificando pessoas com diferentes capacidades», disse Herrera.</p>
<p>Também foram feitos estudos cromossômicos através de um convênio com a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América, o Centro Nacional de Genética da Venezuela e alguns em Cuba. Mais tarde, estes estudos começaram a ser feitos nos laboratórios da Universidade Maior de San Andrés, em La Paz, comentou.</p>
<p>Alguns dos avanços da Moto Méndez são a formação de recursos humanos em medicina física, reabilitação e genética; de fato, já a Bolívia conta com um especialista em Genética Clínica preparado em Cuba.</p>
<p>Bolívia conta também, com outros programas especiais, como o de próteses e ajudas técnicas que não só se projetam para melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas também para a criação de empregos, disse a doutora.</p>
<p>(Granma)</p>
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		</item>
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		<title>Organizações bolivianas recebem informação sobre alegações na CIJ</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/05/14/organizacoes-bolivianas-recebem-informacao-sobre-alegacoes-na-cij/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2015 16:46:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Corte Internacional de Justiça de Haia]]></category>

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		<description><![CDATA[Organizações sociais bolivianas receberão hoje na sede da Câmara de Senadores uma explicação sobre a objeção de incompetência que propôs o Chile ante a Corte Internacional de Justiça de Haia. O objetivo, segundo José Luis Delgado, secretário de Integração e Desenvolvimento da Central Operária Boliviana (COB), é dar às diretorias das organizações sociais uma explicação pormenorizada das alegações, para que possam socializá-las com suas bases.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3695" alt="mar-bolivia-600x330" src="/files/2015/05/mar-bolivia-600x330.jpg" width="300" height="201" />Organizações sociais bolivianas receberão hoje na sede da Câmara de Senadores uma explicação sobre a objeção de incompetência que propôs o Chile ante a Corte Internacional de Justiça de Haia.</p>
<p>O objetivo, segundo José Luis Delgado, secretário de Integração e Desenvolvimento da Central Operária Boliviana (COB), é dar às diretorias das organizações sociais uma explicação pormenorizada das alegações, para que possam socializá-las com suas bases.</p>
<p>É um convite que chegou à COB, e seguramente às diferentes organizações sociais, no qual nos informa que será o doutor Héctor Arce, como Procurador Geral do Estado, quem poderá nos dar detalhes e explicar o significado das alegações em Haia, destacou.</p>
<p>Depois teremos argumentos para chegar até nossas bases e explicar com detalhes o ocorrido no tribunal da Holanda e conseguir que nossos filiados entendam a posição boliviana e o que persegue o Chile ao tentar impugnar a jurisdição da Corte, enfatizou Delgado.</p>
<p>José Domingo Vázquez, secretário executivo da Federação de Trabalhadores Petroleiros da Bolívia, assegurou a participação de seu setor na exposição do Procurador Geral do Estado e acrescentou &#8220;que será fundamental para explicar às bases o avanço do tema marítimo da Bolívia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estaremos todas as organizações sociais convidadas para esta reunião, já que o setor petroleiro se encontra entusiasmado porque sabemos que a comissão que viajou à Holanda fez um bom trabalho&#8221;, destacou Vázquez.</p>
<p>Na semana anterior, equipes jurídicas da Bolívia e do Chile expuseram seus argumentos ante à CIJ sobre a impugnação chilena à jurisdição do referido tribunal. Santiago alega que o diferendo é bilateral e, em consequência, incumbe exclusivamente a ambos países. A Corte se pronunciará a esse respeito no final do ano.</p>
<p>Bolívia processou o Chile com a intenção de obrigá-lo a negociar uma saída soberana ao oceano Pacífico, depois que uma invasão chilena, em fevereiro de 1879, lhe tirou 400 quilômetros de litoral e 120 mil quilômetros quadrados de territórios ricos em minerais.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Evo Morales espera decisão sábia de Haia em demanda contra o Chile</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2015 01:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tribunal Internacional de Justiça de Haia]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente boliviano, Evo Morales, admitiu hoje que espera uma decisão sábia do Tribunal Internacional de Justiça de Haia no caso da demanda contra o Chile.
Pouco depois da apresentação dos argumentos bolivianos no referido tribunal internacional, o chefe de Estado manifestou sentir-se orgulhoso pela forma que a equipe de juristas manejou a posição de seu país e assegurou que espera uma determinação sábia dos juízes que compõem a referida corte.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3652" alt="bolivia1_evo_morales" src="/files/2015/05/bolivia1_evo_morales.jpg" width="300" height="155" />O presidente boliviano, Evo Morales, admitiu hoje que espera uma decisão sábia do Tribunal Internacional de Justiça de Haia no caso da demanda contra o Chile.</p>
<p>Pouco depois da apresentação dos argumentos bolivianos no referido tribunal internacional, o chefe de Estado manifestou sentir-se orgulhoso pela forma que a equipe de juristas manejou a posição de seu país e assegurou que espera uma determinação sábia dos juízes que compõem a referida corte.</p>
<p>Sinto-me orgulhoso por nossa delegação, pela excelente exposição e pela defesa de advogados nacionais e internacionais, comentou o presidente em coletiva de imprensa do Palácio de Governo.</p>
<p>Além disso, admitiu que será necessário esperar até final do ano para conhecer o veredito da referida corte, mas ratificou sua confiança na mesma e na possibilidade de que tome decisões com sabedoria.</p>
<p>Segundo Morales, a Bolívia busca, com a demanda marítima interposta no Tribunal de Haia em abril de 2013, soluções pacíficas por &#8220;história, justiça, direito e razão&#8221; e ratificou que o mundo apoia a posição de seu país.</p>
<p>A Bolívia nasceu como república, em 1825, com costa para o Oceano Pacífico, mas uma invasão chilena, em fevereiro de 1879, lhe arrebatou 120 mil quilômetros quadrados de territórios ricos em minerais e 400 quilômetros de litoral.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Bolívia mantém campanha para recuperar saída do mar</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 13:55:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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		<description><![CDATA[La Paz, 26 fev (Prensa Latina) A campanha do governo boliviano para recuperar uma saída do oceano Pacífico viverá hoje um capítulo mais com o início da projeção do documentário O mar da Bolívia no cinema e 6 de Agosto, nesta capital. O referido filme se exibirá durante os próximos três dias com a intenção]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2241" src="/files/2011/09/Evo-Morales.jpg" alt="" width="300" height="250" />La Paz, 26 fev (Prensa Latina) A campanha do governo boliviano para recuperar uma saída do oceano Pacífico viverá hoje um capítulo mais com o início da projeção do documentário O mar da Bolívia no cinema e 6 de Agosto, nesta capital.</p>
<p>O referido filme se exibirá durante os próximos três dias com a intenção de fortalecer a consciência marítima no país, segundo a Direção Estratégica de Reivindicação Marítima (Diremar), a qual adiantou que a nova produção contém informação necessária para o povo boliviano.</p>
<p>&#8220;O tema marítimo é de interesse geral e envolve a todos&#8221;, afirmou Juan Lanchipa, diretor Executivo de Diremar, que agregou que &#8220;o objetivo final é procurar a unidade em torno desta política de Estado e o direito de voltar à costa do oceano Pacífico&#8221;.</p>
<p>Lanchipa enfatizou que o filme, produzido no país, recolhe aspectos e detalhes precisos desde a época colonial, os quais mostram à Bolívia de então com seu acesso ao mar, no em tanto descreve catas da Guerra do Pacífico e as pressões chilenas para conseguir a assinatura do Tratado de 1904.</p>
<p>Ao mesmo tempo, enfatiza nos gerenciamentos de vários governos contra o Chile para ratificar uma saída do mar, destacou o executivo de Diremar.</p>
<p>O filme, de em torno de uma hora de duração, está dirigido, principalmente, a estudantes, universitários, docentes, organizações sociais, Forças Armadas, Polícia Boliviana, entre outros setores, em funções duplas.</p>
<p>Diremar adiantou também que depois de passar no cinema em 6 de Agosto, o documentário chegará a várias regiões do país, no marco da campanha de Informação Histórica para a Reintegração Marítima.</p>
<p>&#8220;Na conjuntura atual, existe muita informação devido ao aparecimento de novas tecnologias, por isso é importante visibilizar todo o material histórico que se refere à reintegração marítima da Bolívia, em especial para as novas gerações&#8221;, enfatizou Lanchipa.</p>
<p>Bolívia perdeu sua saída do mar durante a Guerra do Pacífico, iniciada em 1879, contra o Chile.</p>
<p>Na contenda, o governo chileno apoderou-se de 120 mil quilômetros de território boliviano, bem como de 400 quilômetros lineares de costa do oceano Pacífico.</p>
</p>
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		<title>Bolívia assina protocolo de adesão ao Mercosul</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2012 00:58:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília, 7 dez (Prensa Latina) O presidente boliviano, Evo Morales, assinou hoje o protocolo de adesão ao Mercado Comum do Sul (Mercosul) com o qual ficou oficializada a decisão de se incorporar a este bloco regional. O documento foi assinado, também, pelos presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; do Brasil, Dilma Rousseff; do Uruguai, José Mujica;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3005" src="/files/2012/12/mercosur.jpg" alt="" width="300" height="250" />Brasília, 7 dez (Prensa Latina) O presidente boliviano, Evo Morales, assinou hoje o protocolo de adesão ao Mercado Comum do Sul (Mercosul) com o qual ficou oficializada a decisão de se incorporar a este bloco regional.</p>
<p>O documento foi assinado, também, pelos presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; do Brasil, Dilma Rousseff; do Uruguai, José Mujica; e o ministro venezuelano de Energia e Minas, Rafael Ramírez, todos membros do Mercosul.</p>
<p>Pouco antes, Morales ratificou a vontade política de seu Governo para ser parte deste grupo regional, do qual a Bolívia tem participado em qualidade de estado associado, junto ao Equador, Chile e Peru.</p>
<p>O mandatário do país andino agradeceu o convite realizado pelo Mercosul e a aprovação de sua entrada ao bloco.</p>
<p>No discurso de abertura desta cúpula de presidentes do bloco, a chefa de Estado do Brasil deu as boas-vindas à Bolívia e disse que com a incorporação deste país andino&#8221;o Mercosul será mais forte&#8221;.</p>
<p>A partir deste momento se inicia um processo de cerca de um ano, durante o qual os parlamentos das nações membros do Mercosul deverão aprovar a incorporação da Bolívia.</p>
<p>Além dos mandatários dos países membros deste grupo, participaram desta cúpula os governantes do Equador, Rafael Correa; da Guiana, Donald Ramotar; do Suriname, Desiré Bouterse, assim como a vice-presidente do Peru, Marisol Espinoza, e os vice-chanceleres da Colômbia, Mónica Lanceta; e do Chile, Alfonso Silva Navarro.</p>
<p>A reunião terminou com a entrega da presidência pró tempore do Mercosul a José Mújica, que se comprometeu a promover o processo integracionista regional.</p>
</p>
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		<title>Assembleia OEA inicia sessões na Bolívia entre pedidos de refundação</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2012 19:50:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>

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		<description><![CDATA[Cochabamba, Bolívia, 4 jun (Prensa Latina) A 42 Assembleia Geral da Organização de Estados Americanos (OEA) iniciará hoje suas sessões em um hotel desta cidade, algumas horas depois de sua inauguração, em meio a pedidos de reformas e refundação. A primeira sessão plenária começará às 09:00 hora local e o acesso só será permitido a camêras de vídeo e fotógrafos, para as imagens oficiais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2657" src="/files/2012/06/evo-morales.jpg" alt="" width="150" height="125" />Cochabamba, Bolívia, 4 jun (Prensa Latina) A 42 Assembleia Geral da Organização de Estados Americanos (OEA) iniciará hoje suas sessões em um hotel desta cidade, algumas horas depois de sua inauguração, em meio a pedidos de reformas e refundação.</p>
<p>A primeira sessão plenária começará às 09:00 hora local e o acesso só será permitido a camêras de vídeo e fotógrafos, para as imagens oficiais.</p>
<p>Enquanto isso, no ambiente rondam as palavras pronunciadas ontem pelo presidente boliviano, Evo Morales, que pediu a refundação ou o desaparecimento do organismo continental.</p>
<p>Morales falou à plenária pouco depois do secretário geral da OEA, José Miguel Insulza, cuja posição esteve no pólo oposto ao do mandatário anfitrião.</p>
<p>Enquanto Insulza pedia respeito à organização e até ressaltou supostos benefícios para os países da América, o governante boliviano arremeteu contra a entidade e exigiu uma refundação ou seu desaparecimento.</p>
<p>Segundo o chefe de Estado boliviano, este é o melhor momento para a refundação da OEA, já não estamos em tempos de guerra fria e estamos na obrigação de mudar a OEA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A OEA só tem dois caminhos: renascer a serviço dos povos ou falecer a serviço do império&#8221;, advertiu Morales, quem foi muito aplaudido pelos assistentes ao campus da Universidade del Valle, sede da cerimônia inaugural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente boliviano fez referência também aos inícios da OEA, como um ministério de colônias dos Estados Unidos, com o lema &#8220;América para os americanos&#8221; e destacou que a &#8220;maioria das vezes serviu para invadir países, para apoiar às ditaduras, para reprimir movimentos sociais e combater o socialismo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Em resumo, nasceu para garantir a economia dos Estados Unidos&#8221;, enfatizou Morales lembrando as agressões ao Panamá, República Dominicana e Cuba, entre muitos outros países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao mesmo tempo, enfatizou que se a organização continental tivesse como prioridade a defesa dos povos, as ilhas Malvinas seriam argentinas e a Bolívia teria mar.</p>
<p>&#8220;Bolívia nasceu com mar em 1825 e jamais renunciará à volta ao mar com soberania&#8221;, ratificou.</p>
<p>Por outra parte, o mandatário anfitrião questionou o papel da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e a considerou um instrumento de dominação e de submetimento a serviço dos Estados Unidos.</p>
<p>Morales exigiu a retirada das bases militares estadunidenses da América Latina e do Caribe, e pôs como exemplo a Bolívia: muito melhor depois de tiradas as bases daquele país de seu território.</p>
<p>Na jornada de hoje estão previstas várias coletivass de imprensa de chefes das delegações visitantes e a possível chegada do presidente equatoriano, Rafael Correa, cuja presença foi informada pelo chanceler do referido país, Ricardo Patiño.</p>
<p>Este chefe de diplomacia assegurou que Correa explicaria à plenária as razões pelas quais o Equador considera justa uma refundação do organismo continental.</p>
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