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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Block</title>
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		<title>Membros da brigada europeia destacam apoio à Revolução Cubana</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 23:02:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[A 47ª Brigada Europeia José Martí de trabalho voluntário e solidariedade com Cuba, integrada por mais de 75 pessoas de aproximadamente dez países, traz uma mensagem de apoio à Revolução Cubana e sua visita à Ilha tem o propósito de conhecer e se aproximar mais do povo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4640" alt="bloqueo" src="/files/2017/07/bloqueo.jpg" width="300" height="224" />A 47ª Brigada Europeia José Martí de trabalho voluntário e solidariedade com Cuba, integrada por mais de 75 pessoas de aproximadamente dez países, traz uma mensagem de apoio à Revolução Cubana e sua visita à Ilha tem o propósito de conhecer e se aproximar mais do povo.</p>
<p>Acolhidos no Acampamento Internacional Julio Antonio Mella, do município de Caimito, província de Artemisa, o grupo realizou atividades desde 3 e até 21 de julho, incluindo jornadas produtivas na agricultura e visitas a lugares de interesse histórico, comunidades, escolas e instituições das províncias de Villa Clara, Sancti Spíritus e Havana.</p>
<p>Especialistas cubanos ministraram palestras acerca da vida e obra de José Martí; da economia cubana e seu processo de atualização; do sistema político e a democracia participativa, bem como das afetações causados pelo criminoso bloqueio financeiro, econômico e comercial dos Estados Unidos contra o povo cubano e do pensamento político de Ernesto Che Guevara e outros temas.</p>
<p>Os franceses Juan Guirau e Schneider Benedet pertencem à filial da Associação da Amizade França-Cuba, em Marselha, fazem parte dos membros da brigada e dialogaram com o semanário Granma Internacional.</p>
<p>Ele já veio em cinco ocasiões com a brigada e ela é a primeira vez que visita o acampamento. Ambos comentaram acerca das atividades de sua organização, com um papel muito ativo na luta contra as políticas agressivas e ingerencistas das sucessivas administrações da Casa Branca a Cuba, e por divulgar a realidade cubana, enfrentando as campanhas de desinformação patrocinadas pela imprensa tradicional em seu país.</p>
<p>Seu colega da Bélgica, Kasper Libeert, representa o movimento de solidariedade Iniciativa Cuba-Socialista e explicou que sua organização prepara para o mês de setembro uma jornada de homenagem, a fim de lembrar o 50ª aniversário da morte na Bolívia do Guerrilheiro Heróico Ernesto Che Guevara.</p>
<p>«Faremos um grande festival», assinalou o belga. «Convidamos alguns intelectuais e artistas cubanos, Aleida Guevara (filha de Che Guevara) e Harry Villegas, alcunhado Pombo na guerrilha na Bolívia. Também, assistirão pacifistas dos Estados Unidos e uma delegação do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP)».</p>
<p>Em novembro, desejam realizar um evento de dois dias em Bruxelas e farão uma visita à sede do Parlamento para explicar aos deputados as afetações ocasionadas pelo bloqueio dos EUA ao povo cubano e exortá-los a se expressarem contra essa política injusta e genocida.</p>
<p>«Nossa organização rejeita a ocupação do território de Guantánamo, onde existe uma ilegal base militar estadunidense», asseverou o jovem. E explicou que esse tema faz parte, também, de suas atividades de solidariedade com Cuba. Atualmente, condenam a posição de recuo do presidente Donald Trump, depois do restabelecimento das rela-ções, que teve lugar durante a presidência do presidente anterior Barack Obama.</p>
<p>A professora universitária, já aposentada, Luisa Carvalho, contatou com a Associação de Amizade Portugal-Cuba para se incorporar à brigada. Ela escolheu esta modalidade para visitar a Ilha maior das Antilhas porque deseja contribuir de alguma forma para a construção do socialismo, na mesma medida em que o possa conhecer.</p>
<p>«Eu li as informações que publicam na Europa acerca de Cuba. Neste tema se mostram duas posições diferentes: o divulgado pelos partidos e as organizações da esquerda com temas para defender a Revolução, entretanto as tendências da direita aproveitam qualquer detalhe negativo para absolutizar tudo e denegrir a construção social deste país. Nós devemos estar prontos para discernir estas informações que andam pelo mundo», acrescentou.</p>
<p>Com ela concordam as irmãs espanholas Rosalía e Luzía Mendez Senra, talvez as mais jovens do contingente solidário, porque a primeira tem 18 anos e daqui a pouco começará a universidade, e a segunda cursa o pré-universitário com 16 anos.</p>
<p>Elas viajam com o propósito de trocar com os cubanos para depois relatar suas vivências a seus amigos e colegas da turma. «Na Espanha divulgam muitas mentiras sobre Cuba e desejamos ver a realidade tal qual é», asseguraram estas garotas.</p>
<p>No ato de boas-vindas aos membros da brigada, o vice-presidente primeiro do ICAP, Elio Gámez, agradeceu aos presentes pelo sacrifício pessoal e o apoio à Revolução a partir dos seus países de origem e por participar deste tipo de troca. «Cuba está orgulhosa de seus amigos no mundo e da solidariedade que ultrapassa as barreiras do tempo», significou.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba denuncia na OMC vigência do bloqueio</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 23:03:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Cuba denunciou, em 19 de dezembro, na Organização Mundial do Comércio (OMC) que o bloqueio dos Estados Unidos continua sendo aplicado, de forma quase invariável, o que continua sendo o principal obstáculo para o desenvolvimento da nação caribenha.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4473" alt="bloqueo" src="/files/2016/12/bloqueo.jpg" width="300" height="250" />Cuba denunciou, em 19 de dezembro, na Organização Mundial do Comércio (OMC) que o bloqueio dos Estados Unidos continua sendo aplicado, de forma quase invariável, o que continua sendo o principal obstáculo para o desenvolvimento da nação caribenha.</p>
<p>Assim expressou a encarregada de negócios da Isla perante a ONU em Genebra e os organismos internacionais com sede em Suíça, Alina Revilla, ao participar do décimo terceiro exame de política comercial dos Estados Unidos na OMC.</p>
<p>Dois anos depois que Havana e Washington «determinassem restabelecer suas relações diplomáticas e iniciar um processo rumo à normalização de seus vínculos comerciais e financeiros, não se manifestam mudanças substanciais na aplicação da política de bloqueio para o país», asseverou a representante cubana.</p>
<p>Revilla reconheceu «os avanços registrados no âmbito diplomático e da cooperação entre ambos os países», apesar do qual se mantém o cerco econômico, comercial e financeiro, acrescentou.</p>
<p>A diplomata arguiu que em março de 2016 anunciaram-se medidas como permitir, pela primeira vez desde que está vigente o bloqueio, o uso do dólar aos cidadãos cubanos e instituições financeiras para determinadas transações.</p>
<p>Contudo, isso não se materializou na prática, pois continua o assédio e a perseguição aos ativos monetários cubanos no exterior.</p>
<p>«A política de bloqueio contra Cuba continua sendo o principal freio ao desenvolvimento econômico do país ao travar o desempenho de todos os setores da economia nacional, provocar um incremento substancial dos custos financeiros e obstaculizar o acesso aos fluxos financeiros externos», afirmou Revilla.</p>
<p>Acrescentou que em consequência, os esforços de Havana para se integrar ao sistema de comércio mundial realizam-se em condições particularmente difíceis, por causa de uma política que contradiz o princípio do livre comércio.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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