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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Benghazi</title>
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		<title>Combates na Líbia, enquanto líderes europeus disputam protagonismo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 22:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Forças leais a Muamar Kadafi continuavam resistindo hoje à ofensiva rebelde em Bani Walid e Sirte, enquanto nesta capital preparam-se tapetes vermelhos para dirigentes europeus em clara disputa por serem os primeiros a visitar a Líbia. 
Enquanto porta-vozes do autodenominado Conselho Nacional de Transição (CNT) evitam dar detalhes das até agora infrutíferas batalhas para aniquilar os bastiões fiéis a Kadafi, informes independentes apontam para fortes combates em Bani Walid.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2233" alt="" src="/files/2011/09/libia.jpg" width="300" height="250" />Forças leais a Muamar Kadafi continuavam resistindo hoje à ofensiva rebelde em Bani Walid e Sirte, enquanto nesta capital preparam-se tapetes vermelhos para dirigentes europeus em clara disputa por serem os primeiros a visitar a Líbia.</p>
<p>Enquanto porta-vozes do autodenominado Conselho Nacional de Transição (CNT) evitam dar detalhes das até agora infrutíferas batalhas para aniquilar os bastiões fiéis a Kadafi, informes independentes apontam para fortes combates em Bani Walid.</p>
<p>Meios televisivos regionais indicaram que nessa localidade, situada a 150 quilômetros ao sudeste de Trípoli, um destacamento estimado em mais de mil homens tem impedido os insurgentes de apoderarem-se da cidade, apesar de mais de uma semana de escaramuças apoiadas pela OTAN.</p>
<p>Os aviões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) mantiveram nas últimas horas seus bombardeios em pontos dentro e nos arredores de Bani Walid para facilitar o avanço dos alçados, uma estratégia similar utilizada na costeira Sirte.</p>
<p>De fato, informes apontam que em Sirte, cidade natal do Kadafi na costa do Mediterrâneo, prosseguem -até agora sem sucesso- negociações entre rebeldes e chefes tribais locais para tratar de que se rendam e evitar mais derramamento de sangue.</p>
<p>Em meio a essa situação de instabilidade, com um país em guerra e sem governantes, o presidente da França, Nicolás Sarkozy, e o premiê da Grã-Bretanha, David Cameron, anunciaram uma visita a Trípoli e possivelmente a Benghazi para ratificarem seu apoio ao CNT.</p>
<p>A viagem apressada e sem anúncio prévio de Sarkozy e Cameron, os líderes ocidentais mais ativos em promover a agressão da OTAN contra a Líbia, poderia convertê-los nos primeiros presidentes dessa aliança que chegam à nação norte-africana.</p>
<p>Tudo indica que os presidentes francês e britânico roubarão protagonismo e primazia do premiê da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que realiza uma viagem pelo Oriente Médio e planejou chegar na tarde desta quinta-feira à Líbia procedente da Tunísia.</p>
<p>Erdogan, cujo périplo iniciou-se no domingo no Egito, defendeu um papel de liderança de Ancara perante os países da chamada Primavera Árabe, aproveitando sua condição de único país muçulmano europeu.</p>
<p>Contudo, comentaristas locais dão por certo que Sarkozy e Cameron terão uma boavinda &#8220;insuperável&#8221;, dada a gratidão que o CNT tem a eles -com grafites nas ruas de Benghazi e Trípoli incluídos- pela ajuda para rebelarem-se contra o governo de Kadafi.</p>
<p>Mais cedo, Estados Unidos enviou a esta capital o subsecretário de Estado para assuntos do Oriente Próximo, Jeffrey Feltman, que dialogou na quarta-feira com líderes do CNT, incluído seu chefe Mustafa Abdul Jalil, para transmitir-lhe um apoio tácito.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Emissário dos EUA em Benghazi, enquanto rebeldes líbios criticam OTAN</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 15:49:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Benghazi]]></category>
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		<description><![CDATA[Um diplomata estadunidense sustentou hoje em Benghazi contatos com opositores de Muamar Kadafi para discutir suas necessidades logísticas e financeiras, enquanto os rebeldes criticaram que consideraram insuficiente a campanha militar da OTAN.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1915" src="/files/2011/04/rebeldes-libia.jpg" alt="" width="300" height="250" />Um diplomata estadunidense sustentou hoje em Benghazi contatos com opositores de Muamar Kadafi para discutir suas necessidades logísticas e financeiras, enquanto os rebeldes criticaram que consideraram insuficiente a campanha militar da OTAN.</p>
<p>A reunião do ex-vice-chefe de missão na embaixada dos Estados Unidos em Trípoli Christopher Stevens com dirigentes do Conselho Nacional de Transição (CNT) confirmou a ação norte-americana sobre o terreno para tratar de acelerar a queda do líder líbio.</p>
<p>Fontes do CNT, a estrutura criada pelos insubordinados a Kadafi com sede em Benghazi, ressaltaram jornalistas que Stevens se interessou pelo tipo de sistema político que preveem instaurar neste país, em um cenário hipotético de vitória sobre o Exército regular.</p>
<p>No entanto, enquanto teve lugar o contato &#8220;de primeira mão&#8221; para comprometer ajudas monetárias e de armamento, militares líbios desertores e outros estrangeiros continuam o adestramiento de civis em técnicas de guerra e o manejo de arsenais.</p>
<p>A presença do emissário norte-americano em Benghazi, a onde segundo diferentes fontes entrou desde Egito, insuflou otimismo aos rebeldes no relativo a receber o que Washington chama apoio &#8220;não letal&#8221;, apesar de que estuda vias para sortear o embargo de armas à Líbia.</p>
<p>No entanto, o chefe militar da rebelião, Abdel Fattah Younes, expressou ontem sua insatisfação com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) depois que os irregulares perderam o controle de Brega (este) e seguem em desvantagem em Misratah (oeste).</p>
<p>&#8220;A OTAN não nos está dando o que queremos&#8221;, se lamentou o ex-ministro do Interior do Governo de Kadafi em coletiva de imprensa, ao considerar que &#8220;se (a aliança ocidental) quisesse libertar Misratah o teria feito antes&#8221; com bombardeios mais intensos sobre essa cidade.</p>
<p>A aparente crítica do chefe militar insurreto para a OTAN obedeceu à recente intercepção de duas embarcações rebeldes carregadas com armas e suposta ajuda humanitária que navegavam de Benghazi a Misratah, violando o embargo imposto pela ONU.</p>
<p>Ainda que insinuou que poderia pedir ao Conselho de Segurança da ONU que suspenda a missão da aliança atlântica, Younes reclamou ajuda depois de reconhecer o recuo dos rebeldes de Brega até uns 20 quilômetros em direção a Ajdabiya.</p>
<p>Os confrontos em torno do enclave petroleiro de Brega prosseguem e os insurgentes asseguraram ter preparada artilharia pesada para arrebatar aos leais a Kadafi a mencionada localidade, que tem mudado de mãos em várias ocasiões no último mês e meio.</p>
<p>Por outro lado confirmou-se o início de operações marítimas em Tobrouk, próximo da fronteira egípcia, para a exportação de petróleo com possível assistência de Qatar, depois que o próprio Younes afirmou que os rebeldes tinham legitimidade e apoio estrangeiro para essa transação.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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