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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Bayamo</title>
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		<title>O canto redentor</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 22:36:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após derrotarem os espanhóis, os homens de Carlos Manuel de Céspedes entraram em Bayamo, primeira cidade livre da Cuba revoltada, e na Praça Paroquial Mor, Perucho Figueredo, montado no cavalo, pôs a letra da marcha na voz do povo que o cercava. «Não haverá caneta que possa descrever o delírio, a emoção daquele homem e aquele povo que o escutava e imitava», contou sua filha Candelaria.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6094" alt="Cuba Cultura" src="/files/2020/10/Cuba-Cultura.jpg" width="300" height="252" />Das datas telúricas que fundaram a nação, a data de 20 de outubro de 1868 elevou a alma cubana na épica do canto, quando em uma explosão de emoções, foi escutada a letra de um Hino, com um clarim. Fruto do espírito independentista, a Bayamesa emergiu, segundo disse José Martí, «na hora mais bela e solene da Pátria».</p>
<p>Após derrotarem os espanhóis, os homens de Carlos Manuel de Céspedes entraram em Bayamo, primeira cidade livre da Cuba revoltada, e na Praça Paroquial Mor, Perucho Figueredo, montado no cavalo, pôs a letra da marcha na voz do povo que o cercava. «Não haverá caneta que possa descrever o delírio, a emoção daquele homem e aquele povo que o escutava e imitava», contou sua filha Candelaria.</p>
<p>Porém o canto que nos identifica, que nos orgulha dentro e fora da Ilha, e que não admite sussurros nem honras, porque é símbolo e essência da independência conquistada, encerra outros detalhes, às vezes eclipsados pela lenda em torno daquele dia 20 de outubro.</p>
<p>Por exemplo, o hino foi encarregado pelo patriota Francisco Maceo Osorio a Perucho, em 2 de agosto de 1867, e 12 dias depois, o autor natural de Bayamo tocou no piano, em sua casa, a música de nossa Marselhesa, em uma reunião do Comitê Revolucionário.</p>
<p>A estreia pública teve lugar quando da celebração na vila do Corpus Christi, em 11 de junho de 1868, na igreja Paroquial Mor, e foi repetido, em uma segunda ocasião, no Dia de Santa Cristina, em um golpe de audácia, pois durante a execução da melodia patriótica, estava presente, sem saber, desde a sua residência até a Sociedade Filarmonica, o próprio tenente-governador Julián Udaeta, o qual acabou suspeitando da tal música.</p>
<p>Mas este canto foi mais belo e redentor – justamente no dia da primeira grande vitória militar e moral dos cubanos – e ganhou vida como marcha insurgente, ao convocar: «Ao combate, correis, bayameses, que a Pátria os contempla orgulhosa!&#8230;»</p>
<p>Acerca do Hino de Bayamo existem muitas histórias a serem contadas, como a contribuição feita a essa música por Isabel, a esposa de Perucho, ou as mais de 20 versões surgidas após o desaparecimento da partitura original, com o incêndio de Bayamo, em janeiro de 1869, ou as suas reproduções no jornal Patria, da mão do Apóstolo, como máxima expressão de respeito a um canto de guerra, cuja condição de símbolo pátrio não foi reconhecida até 5 de novembro de 1900, na Assembleia Constituinte da época.</p>
<p>Contudo, o hino de todos, ontem o de Bayamo, hoje Hino Nacional, sempre terá o maior reconhecimento no povo que o canta de cabeça descoberta e a garganta acesa; porque com ele declara seus princípios, entoa sua cultura, afirma sua soberania.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Festa da Cubanidade em Bayamo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 22:53:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dia Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Com um programa de luxo terá lugar, de 17 a 20 de outubro, nesta cidade, capital da oriental província de Granma, a 21ª Festa da Cubanidade, concorrido encontro de artes, debates literários e investigações históricas.
Assim foi confirmado, em um encontro com a imprensa, pelo diretor provincial de Cultura em Granma, Manuel Alvarez e presidente do comitê organizador do convite.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4018" alt="Dia Cultura nacioonal" src="/files/2015/10/Dia-Cultura-nacioonal.jpg" width="300" height="201" />Com um programa de luxo terá lugar, de 17 a 20 de outubro, nesta cidade, capital da oriental província de Granma, a 21ª Festa da Cubanidade, concorrido encontro de artes, debates literários e investigações históricas.</p>
<p>Assim foi confirmado, em um encontro com a imprensa, pelo diretor provincial de Cultura em Granma, Manuel Alvarez e presidente do comitê organizador do convite.</p>
<p>O evento contará com a presença de figuras de prestígio da cultura cubana e sete prêmios nacionais: os músicos Pancho Amat e Wilfredo Naranjo (Pachy), o literato Reynaldo González, o cineasta Juan Padrón e os pintores Osneldo García, Ever Fonseca e Nelson Domínguez.</p>
<p>Também honrarão o encontro, com sua presença, reconhecidos pesquisadores, como o acadêmico Eduardo Torres-Cuevas, doutor em Ciências Históricas e diretor da Biblioteca Nacional José Martí e Abel Prieto, assessor do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros da República de Cuba.</p>
<p>Os fãs da música poderão desfrutar de músicos como Tony Ávila, Adrián Berazaín, Yoyo Ibarra, Alain Daniel, Haydeé Milanés, a soprano María Eugenia Barrios, as orquestras Original de Manzanillo, Cándido Fabré y su banda e El Niño y su Verdad, bem como o popular dueto Buena Fe, este último responsável pelo espetáculo inaugural do encontro.</p>
<p>A Festa incluirá, ainda, o 23º encontro de historiadores Berço da Nacionalidade Cubana, o qual reunirá uns 75 pesquisadores do país todo, os quais debaterão sobre aspectos essenciais da identidade nacional.</p>
<p>Realizada anualmente desde 1994, a Festa da Cubanidade é a maior celebração no país pelo Dia da Cultura Cubana, instituído cada dia 20 de outubro, para lembrar aquela jornada de 1868, quando o povo desta cidade cantou pela primeira vez o Hino Nacional.</p>
<p>Em sua vigésima primeira edição, o convite evocará os aniversários 120º do reinício das guerras pela independência e o 55º da fundação da revista da Casa das Américas.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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