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	<title>Cubadebate (Português) &#187; barcos</title>
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		<title>Cuba, um destino para mergulhar</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2018 00:16:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«A partir de abril e até novembro o clima em Cuba é muito bom para mergulhar. As temperaturas começam a subir e a água não é muito fria», explica Yail Martínez, representante de serviços ao cliente, do Centro de Mergulho, situado no hotel Meliá Cayo Guillermo, em Jardines del Rey.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4828" alt="Cuba embarcaciones" src="/files/2018/03/Cuba-embarcaciones.jpg" width="300" height="200" />«A partir de abril e até novembro o clima em Cuba é muito bom para mergulhar. As temperaturas começam a subir e a água não é muito fria», explica Yail Martínez, representante de serviços ao cliente, do Centro de Mergulho, situado no hotel Meliá Cayo Guillermo, em Jardines del Rey.</p>
<p>«Graças ao clima cálido e tropical que Cuba tem, este é o destino perfeito durante todo o ano», acrescenta Martínez, que tem clientes diariamente e muitos que durante anos voltam a visitar-nos, tanto pela qualidade da água quanto pelo serviço.</p>
<p>Ela é a única mulher do Centro, trabalha aí desde 2004 e apesar de não ser instrutora, domina perfeitamente qualquer tema relacionado com o mergulho.</p>
<p>«Todas as pessoas não vêm com uma certificação, não sabem o que podem fazer e meu trabalho é guiá-las e orientá-las. Algumas só podem receber uma iniciação na piscina, mas há outras que se aventuram mais e tomam um curso. Este, por exemplo, envolve uma instrução na piscina, mais um mergulho em águas abertas pouco profundas, ou seja, não mais de 10 metros de profundidade», explica a representante de serviços ao cliente do centro.</p>
<p>A PREPARAÇÃO É NECESSÁRIA</p>
<p>Há apenas um ano, sua sede era no hotel Trip Cayo Coco, mas agora no Meliá Cayo Guillermo a sede é privilegiada. Estão perto de todos os hotéis de praia e qualquer cliente que se hospede na ilhota pode acessar a este ponto.</p>
<p>«Sobretudo, chegam clientes da Europa, são pessoas que têm muita cultura do mergulho, mas também recebemos do Canadá e de outros países. Todo aquele que deseje pode mergulhar, contamos com cinco instrutores avançados de muita experiência».</p>
<p>«A maioria das pessoas chega aqui por curiosidade, por isso é muito importante estar bem preparados. Meu trabalho é saber se conhecem algo sobre esta prática, se passaram algum curso, se contam com uma certificação e em cada caso explicar-lhes, então, o que devem fazer», assegura Yail Martínez.</p>
<p>Em Jardines del Rey os fundos coralíneos oscilam desde três até 30 metros de profundidade.<br />
O centro, pertencente ao Grupo de Marinhas e Náuticas, Marlin, é membro da Organização Internacional SSI (Scuba Schools Internacional), um dos poucos de seu tipo no país que pode oferecer cursos internacionais. A SSI é uma das escolas de mergulho mais reconhecidas no mundo todo. Tem sua sede na Alemanha e possui um escritório central em Havana.</p>
<p>«Seu programa de ensino está muito bem organizado e é em vários idiomas. As pessoas não têm que chegar até nós para se certificar. Podem fazê-lo on line, receber todo o treino teórico por essa via, fazer os exames, obter a certidão e depois vir a nós. Uma vez aqui nós nos encarregamos da prática», afirma Martínez.</p>
<p>Segundo seu itinerário, normalmente fazem três saídas diárias. Uma na manhã, para mergulhadores certificados, que inclui uma imersão profunda desde 18 até 30 metros de profundidade, em recifes coralíneos e navios afundados. Outra, no meio da manhã, em águas pouco profundas, para desfrutar dos fundos marinhos e dos peixes do recife; e outra na tarde dedicada aos principiantes.</p>
<p>A EXPERIÊNCIA NO MAR</p>
<p>Os recifes coralíneos cercam a plataforma marinha cubana. Nela habitam inúmeras espécies de crustáceos e moluscos, mais de 700 de peixes, 300 de esponjas e um número maior de estrelas de mar e ouriços.</p>
<p>Nesta zona de Cuba, Jardines del Rey, os fundos coralíneos oscilam desde três até 30 metros de profundidade. Há muitos recursos naturais e uma ampla diversidade de peixes.</p>
<p>Yail Martínez explica que segundo o nível das pessoas, são levadas a locais baixos ou mais profundos. Dispõem de uma embarcação que está o tempo todo com eles e outra da qual dispõem dependendo do fluxo de clientes. Os locais vão alternando-se, nem todos os dias se visita o mesmo, mas assegura que, se uma pessoa quiser mergulhar por seis dias consecutivos, fará isso em seis locais diferentes.</p>
<p>Nos recifes coralíneos habitam mais de 700 espécies de peixes, 300 de esponjas e um número maior de estrelas de mar e ouriços.<br />
«A barreira de Felipe tem pouca profundidade e dá a possibilidade de mergulhar com os principiantes ou com aquelas pessoas, que ainda que tenham certificação, não têm muita experiência. Esse ponto começa em três metros, mas pode chegar a baixar até 12 metros de profundidade. É um ponto variado e uma boa opção para aqueles que necessitam familiarizar-se com o ambiente», explica.</p>
<p>PRESERVAR PARA MERGULHAR</p>
<p>Achar locais com estas características em Cuba não só está associado às peculiaridades de seu meio ambiente, mas também à importância que o governo dá ao cuidado do ecossistema marinho.</p>
<p>Fazê-lo de qualquer ambiente, ajuda muito e este é um dos princípios que mantêm os diferentes centros de mergulho que existem na Ilha. No caso específico de Jardines del Rey este é um assunto levado muito a sério. Antes de sair ao mar, os clientes têm que preencher um formulário de responsabilidade, onde lhes explicam os cuidados a ter presente quando estejam submersos.</p>
<p>«Os instrutores explicam a todas as pessoas as características de seu mergulho (profundidade máxima, tempo de imersão, lugar que visitarão, medidas de segurança, procedimento de emergência). Insiste-se no cuidado que devem ter com o meio ambiente», afirma Yail Martínez.</p>
<p>Cuba recebe, cada ano, mais de 100 mil mergulhadores e conta com um prestígio internacional que coloca a Ilha, segundo a Organização Mundial do Turismo, entre os 27 locais do mundo recomendados para a prática do mergulho.</p>
<p>Esta atividade no país data de 1970, uma experiência que também se sustenta no trabalho de proteção e conservação do Meio Ambiente. Segundo declarações do Ministério do Turismo, entre as prioridades do setor se encontra potencializar o mergulho e a náutica, assunto que inclui entre os planos de desenvolvimento para 2030 a criação de 23 instalações, entre bases náuticas e marinhas.</p>
<p>Proteção e conservação das zonas de mergulho em Cuba. Legislação do Ministério do Turismo. 8 de maio de 2014:</p>
<p>Extração de amostras da flora e a fauna marinha, bem como do patrimônio subaquático, sem a devida autorização do organismo que o regula.</p>
<p>A caça submarina e a pesca.</p>
<p>Limpar as embarcações.</p>
<p>Despejar lixo, dejetos ou qualquer outro tipo de material ou substância susceptível de provocar poluição no mar.</p>
<p>Ancorar as embarcações nas zonas de mergulho.</p>
<p>Qualquer outra ação ou omissão que deteriore o meio ambiente e a fauna.</p>
<p>Principais destinos de mergulho em Cuba:</p>
<p>María la Gorda, Pinar del Río.</p>
<p>Litoral sul da Ilha da Juventude e a ilhota Cayo Largo del Sur.</p>
<p>Norte de Havana.</p>
<p>Península de Zapata, entre Playa Larga e Playa Girón.</p>
<p>Jardines del Rey.</p>
<p>Jardines de la Reina.</p>
<p>Santa Lucía, em Camaguey. Mergulho com tubarões.</p>
<p>Holguín.</p>
<p>Litoral de Santiago de Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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