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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Arnaldo Tamayo</title>
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		<title>Tamayo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Arnaldo Tamayo]]></category>
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		<description><![CDATA[No emprego do tempo que deixou correr em raudal infinito, viu se afastar tudo aquilo que de flor teve o quintal até o mais recôndito bocejo. Ele, negro cubano, flutuando, cruzou o limiar que separa a realidade dos sonhos, para vasculhar em recantos, curou quebrantos, teve seus momentos e ficou confiante nesse credo, que é amar o próximo tal como a própria gente e lutar por isso.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6035" alt="Tamayo" src="/files/2020/09/Tamayo.jpg" width="300" height="250" />No emprego do tempo que deixou correr em raudal infinito, viu se afastar tudo aquilo que de flor teve o quintal até o mais recôndito bocejo.</p>
<p>Ele, negro cubano, flutuando, cruzou o limiar que separa a realidade dos sonhos, para vasculhar em recantos, curou quebrantos, teve seus momentos e ficou confiante nesse credo, que é amar o próximo tal como a própria gente e lutar por isso.</p>
<p>Ele, negro, flutuando, lembrou-se de Guantánamo, viu-se criança vendendo frutas, limpando sapatos, e no lugar mais solitário de todos se sentiu acompanhado.</p>
<p>Abraçou o irmão, repetiu o gesto, abriu os braços e abraçou o mundo, tal como lhe tinham encomendado.</p>
<p>E se sentiu calmo depois de ter cumprido essa encomenda.</p>
<p>Ele, negro, cubano, flutuando, sentiu os relógios caminharem mais devagar, tornou-se mais jovem enquanto durou a viagem.</p>
<p>Como o tempo não lhe pertencia, recusou-se a ter descanso.</p>
<p>Pensou naqueles que continuavam insones.</p>
<p>Passaram dias como minutos e ele disse: vejam que tudo é tão estranho!</p>
<p>Enquanto andava dando voltas sem sentir seu peso, perguntou se haveria retorno, se na alegria do retorno iria recuperando o ritmo normal das coisas cotidianas: foi um engano!</p>
<p>Ele, negro, cubano, flutuando, agora no cosmos com um coração nosso para todos os humanos.</p>
<p>Bailando uma dança que nunca tinha sido vista tão alta.</p>
<p>Ele negro, cubano, flutuando, depois de vasculhar em tantos recantos e vê-la como ninguém a tinha visto, lá embaixo, silenciosa, tranquila, navegando.</p>
<p>Como saindo do sopor, disse: já tenho que retornar, tenho que contar a todos que continuamos andando.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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