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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Antonio Maceo</title>
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		<title>Um Baraguá em nossa resistência</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 17:28:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baraguá, 15 de março de 1878. A sombra e a luz deram de cara sob aquelas mangas «baratas» — assim sonhadas por um estranho com patente de general — que veio àquele local para catar aquelas mangas bem fácil, tal como fez antes no México, Marrocos e na sua própria Espanha, contra a chamada «resistência carlista» da Catalunha e de Navarra.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6392" alt="Antonio Maceo" src="/files/2021/03/Antonio-Maceo.jpg" width="300" height="250" />A cada tentativa deles aparece um Baraguá, que não é um ponto deste arquipélago, mas um país inteiro; uma voz que também não é de um homem, mas de todo um povo: Fora essa farsa, «não nos entendemos!»</p>
<p>Baraguá, 15 de março de 1878. A sombra e a luz deram de cara sob aquelas mangas «baratas» — assim sonhadas por um estranho com patente de general — que veio àquele local para catar aquelas mangas bem fácil, tal como fez antes no México, Marrocos e na sua própria Espanha, contra a chamada «resistência carlista» da Catalunha e de Navarra; fatos dos quais, com a ajuda de subornos, intrigas, tiros e discursos adocicados, seu sabre colonizador saiu vitorioso; smart power (poder inteligente) é chamada hoje em dia essa doutrina.</p>
<p>Astuto sem dúvida, o general espanhol Arsênio Martínez Campos entendeu que não conseguiria uma vitória militar sobre as mambisas cubanas. Por isso optou pelo poder brando ibérico, receita com a qual obteve tão bons dividendos noutras geografias. Achava que o estratagema daria certa na Ilha, que em Baraguá se repetisse a dobradinha de pouco mais de 30 dias antes no Zanjón, que bastariam lisonjas e falsos discursos.</p>
<p>«Chega de sacrifícios e sangue; Vocês fizeram o suficiente para surpreender o mundo com sua tenacidade e decisão», elogiou Martínez Campos, após pesar a coragem e a juventude de um homem de 32 anos, que do lado rebelde o olhava com aparente calma.</p>
<p>«Chegou a hora de nossas divergências chegarem ao fim e, cubanos e espanhóis, propomos tirar este país da prostração em que o mergulhou dez anos de guerra crua», continuou o astuto gendarme colonialista, enquanto estendia a mão com o documento da rendição mascarada dos patriotas.</p>
<p>Depois houve uma luz que lhe obscureceu a esperança: «Guarde esse documento, não queremos saber nada dele», respondeu o general mambi como um raio. E a uma pergunta do intrigado «pacificador», o categórico não: «Não nos entendemos», respondeu Antonio Maceo com mais ênfase.</p>
<p>Depois disso, e até hoje, as horas de perigo para Cuba não foram poucas; e não faltaram carreiristas, platistas, anexacionistas, zanjoneros que, em busca de fama, dinheiro e conforto, cumprem a ordem de caluniar o país, vendê-lo e até mesmo pedir uma agressão.</p>
<p>Coitados. A cada tentativa deles aparece um Baraguá, que não é um ponto deste arquipélago, mas um país inteiro; uma voz que também não é de um homem, mas de todo um povo: Fora essa farsa, «Nós não nos entendemos!»</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Com a força de Maceo, Cuba acompanhou a África para se libertar do apartheid</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 21:33:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maceo permeou o espírito e o corpo desta Ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos! Uma bala o atravessou em San Pedro, em 7 de dezembro de 1896, mas não o deteve ali, onde a pátria o acolhe. O general Antonio cavalga irredutível em sua Ilha. Aquela «tempestade a cavalo» que nosso Apóstolo viu no Titã de Bronze]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6142" alt="maceo caballo" src="/files/2020/12/maceo-caballo.jpg" width="300" height="252" />Maceo permeou o espírito e o corpo desta Ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos!</p>
<p>Uma bala o atravessou em San Pedro, em 7 de dezembro de 1896, mas não o deteve ali, onde a pátria o acolhe. O general Antonio cavalga irredutível em sua Ilha. Aquela «tempestade a cavalo» que nosso Apóstolo viu no Titã de Bronze, mais do que uma bela e bela metáfora, foi uma premonição.</p>
<p>O herói de Duaba, Mântua, Baraguá, Peralejo, atacou virilmente em Santiago, quando Fidel explicou os motivos que o levaram a atacar o Moncada, e avisou, perante os que o julgavam, que primeiro a Ilha afundaria no mar antes de consentirmos não sejam escravos de ninguém. O Chefe da Revolução invocou «o exemplo glorioso de nossos heróis e mártires» e os sintetizou em cinco nomes: Céspedes, Agramonte, Maceo, Gómez e Martí.</p>
<p>Seu facão e sua armadura de Titã foram o que Cuba ergueu nas pastagens da África. O seu espírito e ideais emancipatórios erradicaram, daquele continente, o vergonhoso regime do apartheid, para que Angola, Namíbia, Etiópia e outras geografias ficassem livres da morte e da segregação imposta pelo regime neocolonial. Cuba, que carrega o sangue africano nas veias, teve o privilégio de lutar e construir, junto com as nações daquele continente, uma nova ordem de convivência, unida na busca da felicidade, da igualdade e do bem-estar de todos os seus filhos, superar as consequências do colonialismo, da escravidão e do ódio às raças. Não poderia ser de outro modo, quando nossa nação emergiu na luta pela independência e pela abolição da escravidão, e teve em homens como Maceo essa inspiração e força.</p>
<p>Hoje os zanjoneros estão se agitando novamente, tentando dividir e confundir. Mas novamente Maceo, com tanta força em sua mente quanto em seu braço, levanta-se aos milhões. E com ele Panchito Gómez, no Trillo ou em qualquer outro parque, universidade ou lugar de Cuba.</p>
<p>Maceo permeou o espírito e o corpo desta ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos!</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cubas celebra os 122 anos da queda em combate de Antonio Maceo</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 15:53:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Anniversary]]></category>
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		<description><![CDATA[Os cubanos relembram hoje o aniversário 122 da queda em combate do major general do Exército Libertador, Antonio Maceo, conhecido na ilha caribenha como o Titã de Bronze.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5324" alt="cuba-cacahual" src="/files/2018/12/cuba-cacahual.jpg" width="300" height="240" />Os cubanos relembram hoje o aniversário 122 da queda em combate do major general do Exército Libertador, Antonio Maceo, conhecido na ilha caribenha como o Titã de Bronze.</p>
<p>Maceo -filho de Mariana Grajales- foi educado com seus irmãos sob fortes normas de disciplina, trabalho, limpeza no vestir, cortesia, respeito aos mais velhos, honestidade, solidariedade, valentia, tenacidade e patriotismo.</p>
<p>Vários historiadores qualificam-no um mestre da táctica militar, e calcula-se que interveio em mais de 600 ações combativas contra o colonialismo espanhol, entre as que se contam ao redor de 200 batalhas de grande significado.</p>
<p>Estes confrontos deixaram em seu corpo 26 cicatrizes de guerra, das quais recebeu 21 na Guerra dos Dez Anos (1868-1878).</p>
<p>É recordado também pelo Protesto de Baraguá, um fato histórico que demonstrou a decisão de um povo de viver sem donos, nem correntes.</p>
<p>A desunião, a dispersão e o caudilhismo atentaram contra os resultados da Guerra dos Dez Anos contra o colonialismo espanhol, de tal situação, entre outras questões, chegou-se ao conhecido Pacto do Zanjón, assinado em 10 de fevereiro de 1878. Mediante esse documento, Espanha pretendia uma capitulação, uma paz injusta para os cubanos.</p>
<p>Porém muitos, com um decoro inalterável estavam convencidos que dito texto era uma breve interrupção da contenda e não uma saída, e se combateria até conseguir a verdadeira liberdade.</p>
<p>Maceo se sobrepôs acima de todos, com sua conduta instância e posição resoluta de combater arrastou chefes, oficiais e soldados a continuar com sua total entrega à causa pela independência.</p>
<p>Em 15 de março de 1878, durante uma entrevista sustentada por Maceo com o general espanholÂá Arsenio Martínez Campos, ficou clara a intransigencia e inconformidad do chefe insurreto com o Pacto do Zanjón.</p>
<p>Martínez, que foi a Cabos de Baraguá confiante na facilidade de um acordo previsto, retirou-se moralmente derrotado diante da atitude firme e serena de Maceo.</p>
<p>Esse acordo, que não garantia a independência, nem a abolição da escravatura, foi inadmissível para quem, desde os campos cubanos mantinham incólume a vontade pela libertação definitiva da Ilha e estavam dispostos a prosseguir as ações bélicas.</p>
<p>A trascendencia deste ato, expressão do espírito revolucionário, demonstrou que os chefes, oficiais e soldados que sobre seus ombros tinham levado o peso e as penúrias daquela guerra, não estavam dispostos a renunciar.</p>
<p>De acordo com apontamentos históricos, o Protesto de Baraguá foi um fato valente, oportuno e não só consolidou o pensamento revolucionário cubano em momentos de profunda crise moral mas que reafirmou os objetivos básicos da rebeldia nacional: a independência de Cuba e a liberdade dos escravos.</p>
<p>Maceo cai em combate em 7 de dezembro de 1896 em San Pedro, província de Havana e seus restos descansam no monumento do Cacahual.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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