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	<title>Cubadebate (Português) &#187; aniversário</title>
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		<title>Um Baraguá em nossa resistência</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 17:28:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baraguá, 15 de março de 1878. A sombra e a luz deram de cara sob aquelas mangas «baratas» — assim sonhadas por um estranho com patente de general — que veio àquele local para catar aquelas mangas bem fácil, tal como fez antes no México, Marrocos e na sua própria Espanha, contra a chamada «resistência carlista» da Catalunha e de Navarra.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6392" alt="Antonio Maceo" src="/files/2021/03/Antonio-Maceo.jpg" width="300" height="250" />A cada tentativa deles aparece um Baraguá, que não é um ponto deste arquipélago, mas um país inteiro; uma voz que também não é de um homem, mas de todo um povo: Fora essa farsa, «não nos entendemos!»</p>
<p>Baraguá, 15 de março de 1878. A sombra e a luz deram de cara sob aquelas mangas «baratas» — assim sonhadas por um estranho com patente de general — que veio àquele local para catar aquelas mangas bem fácil, tal como fez antes no México, Marrocos e na sua própria Espanha, contra a chamada «resistência carlista» da Catalunha e de Navarra; fatos dos quais, com a ajuda de subornos, intrigas, tiros e discursos adocicados, seu sabre colonizador saiu vitorioso; smart power (poder inteligente) é chamada hoje em dia essa doutrina.</p>
<p>Astuto sem dúvida, o general espanhol Arsênio Martínez Campos entendeu que não conseguiria uma vitória militar sobre as mambisas cubanas. Por isso optou pelo poder brando ibérico, receita com a qual obteve tão bons dividendos noutras geografias. Achava que o estratagema daria certa na Ilha, que em Baraguá se repetisse a dobradinha de pouco mais de 30 dias antes no Zanjón, que bastariam lisonjas e falsos discursos.</p>
<p>«Chega de sacrifícios e sangue; Vocês fizeram o suficiente para surpreender o mundo com sua tenacidade e decisão», elogiou Martínez Campos, após pesar a coragem e a juventude de um homem de 32 anos, que do lado rebelde o olhava com aparente calma.</p>
<p>«Chegou a hora de nossas divergências chegarem ao fim e, cubanos e espanhóis, propomos tirar este país da prostração em que o mergulhou dez anos de guerra crua», continuou o astuto gendarme colonialista, enquanto estendia a mão com o documento da rendição mascarada dos patriotas.</p>
<p>Depois houve uma luz que lhe obscureceu a esperança: «Guarde esse documento, não queremos saber nada dele», respondeu o general mambi como um raio. E a uma pergunta do intrigado «pacificador», o categórico não: «Não nos entendemos», respondeu Antonio Maceo com mais ênfase.</p>
<p>Depois disso, e até hoje, as horas de perigo para Cuba não foram poucas; e não faltaram carreiristas, platistas, anexacionistas, zanjoneros que, em busca de fama, dinheiro e conforto, cumprem a ordem de caluniar o país, vendê-lo e até mesmo pedir uma agressão.</p>
<p>Coitados. A cada tentativa deles aparece um Baraguá, que não é um ponto deste arquipélago, mas um país inteiro; uma voz que também não é de um homem, mas de todo um povo: Fora essa farsa, «Nós não nos entendemos!»</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Uma frente de luz na Serra</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 17:17:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A luz que brilha hoje nestes morros rompeu as nuvens cinzentas da opressão quando, em 11 de março de 1958, aqui foi fundado o 2o Front guerrilheiro Frank País, por ordens de Fidel e sob o comando do então comandante Raúl Castro. No 63º aniversário dessa fundação da liberdade, o mausoléu que comemora a façanha, e homenageia, com seus restos mortais, os heróis e mártires da Frente, acolheu em 11 de março as oferendas de flores a eles.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6386" alt="Segundo frente Oriente Cuba" src="/files/2021/03/Segundo-frente-Oriente-Cuba.jpg" width="300" height="251" />A luz que brilha hoje nestes morros rompeu as nuvens cinzentas da opressão quando, em 11 de março de 1958, aqui foi fundado o 2o Front guerrilheiro Frank País, por ordens de Fidel e sob o comando do então comandante Raúl Castro.</p>
<p>No 63º aniversário dessa fundação da liberdade, o mausoléu que comemora a façanha, e homenageia, com seus restos mortais, os heróis e mártires da Frente, acolheu em 11 de março as oferendas de flores a eles dedicadas pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz, e pelo presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.</p>
<p>Diante de uma bandeira ondulante, entre palmeiras reais e um manto descendente de flores vermelhas, símbolo do sangue consagrado à Pátria, havia também coroas em nome de Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, e do povo de Cuba.</p>
<p>No Twitter, como um conceito, Díaz-Canel escreveu: «Pátria e vida é a continuidade: no Segundo Front e sob o comando de Raúl, foi desenhado um modelo de administração em pequena escala em meio à guerra».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>As mulheres cubanas são filhas de uma pátria indomável e livre</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 16:21:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Nada pode ofuscar os avanços que fizemos em termos de igualdade e inclusão social nestes 62 anos de triunfo revolucionário, que nos levaram a ser protagonistas e beneficiárias diretas de programas que têm como fim a proteção da saúde, a maternidade, a diversificação na produção alimentar, o aperfeiçoamento profissional e nas profissões, a multiplicidade de fontes de emprego, a promoção a cargos de direção e de decisão, a visualização do trabalho feminino em todos os ramos da criação artística e muito mais», diz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6348" alt="Cartel mujer" src="/files/2021/03/Cartel-mujer.jpg" width="300" height="250" />Em mensagem por ocasião deste 8 de março, o Secretariado Nacional da Federação das Mulheres Cubanas (FMC) parabenizou todas as mulheres do país e as chamou a comemorar a data, mesmo apesar das complexas condições impostas pela Covid-19.</p>
<p>«Nada pode ofuscar os avanços que fizemos em termos de igualdade e inclusão social nestes 62 anos de triunfo revolucionário, que nos levaram a ser protagonistas e beneficiárias diretas de programas que têm como fim a proteção da saúde, a maternidade, a diversificação na produção alimentar, o aperfeiçoamento profissional e nas profissões, a multiplicidade de fontes de emprego, a promoção a cargos de direção e de decisão, a visualização do trabalho feminino em todos os ramos da criação artística e muito mais», diz.</p>
<p>O texto dá conta dos diversos motivos que, no mundo, mobilizam as mulheres em seu Dia Internacional, fundamentalmente para reivindicar os direitos de igualdade que, para milhões, continuam sendo uma utopia.</p>
<p>Afirma que as mulheres estão satisfeitas com o fato de ter os seus direitos devidamente consagrados na Constituição da República, em cuja implementação existe um trabalho permanente e se aperfeiçoa o trabalho dos que têm a responsabilidade de fazê-los cumprir.</p>
<p>«Não paramos, avançamos em marcha unida para novos objetivos, onde o funcionamento das famílias se fortaleça na formação dos valores que promove uma sociedade como a que construímos, rejeitam-se as manifestações de violência em qualquer ambiente e se continuem promovendo na população atitudes que favoreçam a igualdade e a equidade quanto à participação da mulher nas diversas áreas do desenvolvimento, propósito que a Federação das Mulheres Cubanas promove, a partir dos ensinamentos da eterna presidente Vilma Espín Guillois, com o autoridade moral conquistada nestes 60 anos de existência da organização, e o status conferido por nosso Governo de ser o Mecanismo Nacional para o Avanço da Mulher», declarou a proclamação.</p>
<p>O Secretariado Nacional da FMC reiterou sua condição de força organizada a favor das conquistas alcançadas, qualifica as mulheres cubanas como «filhas dignas desta Pátria indomável, livre, independente e soberana» e reafirma a fidelidade à Revolução sob o princípio da intransigência que em Cuba significa o lema Pátria ou Morte.</p>
<p>ABRAÇO DE CUBA</p>
<p>Coerente com o espírito de fraternidade continental que implica o nome e a razão de ser da Casa de las Américas, a instituição cubana deu a conhecer sua solidariedade «às lutas das mulheres latino-americanas e caribenhas por seus direitos e, muito particularmente, para que em um futuro pós-pandêmico, haverá menos violência, menos diferenças de gênero e mais igualdade».</p>
<p>Em sua mensagem, reconheceu as dificuldades que a Covid-19 tem multiplicado para as mulheres no continente em termos de emprego, renda e responsabilidades familiares, e reiterou sua posição de apoio na reivindicação de todos os seus direitos.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Simplesmente, Celia</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 16:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Celia Sánchez]]></category>
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		<description><![CDATA[Nossa bandeira nacional a meio mastro, uma sexta-feira cinza demais e até o «pranto» do céu na capital, foram o prelúdio da terrível notícia que ninguém gostaria de ouvir naquele 11 de janeiro de 1980. A «alma» feminina da Revolução deixou de bater; um povo inteiro foi privado da bondade, ternura, rebeldia e a própria simplicidade tornada mulher..., deixava de existir fisicamente a madrinha de todos, quem a partir daquele dia cinzento se tornaria flor, ar, lembrança memorável, presença vivente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6182" alt="celia" src="/files/2021/01/celia.jpg" width="300" height="250" />Nossa bandeira nacional a meio mastro, uma sexta-feira cinza demais e até o «pranto» do céu na capital, foram o prelúdio da terrível notícia que ninguém gostaria de ouvir naquele 11 de janeiro de 1980.</p>
<p>A «alma» feminina da Revolução deixou de bater; um povo inteiro foi privado da bondade, ternura, rebeldia e a própria simplicidade tornada mulher&#8230;, deixava de existir fisicamente a madrinha de todos, quem a partir daquele dia cinzento se tornaria flor, ar, lembrança memorável, presença vivente.</p>
<p>Porque a morte se engana se acredita que pode, então, levar consigo aquela que já havia aninhado, para sempre, no seio das crianças órfãs salvas da falta de amor; na afeição professada pelos camponeses tratados como iguais; na admiração das mulheres que recuperaram a dignidade no âmbito social e no trabalho; e em tantas, tantas pessoas gratas a essa heroína excepcional.</p>
<p>A morte se engana, ingênua e covarde, se acredita que mais de quatro décadas fizeram perder a memória desta nação.</p>
<p>Porque não dá para esquecer a menina de Media Luna que guardava moedas durante um ano inteiro para comprar presentes, no Dia dos Reis, para os pequeninos mais pobres de sua cidade; ou que junto com seu pai Manuel – um honorável médico – ajudava a curar as dores no corpo de quem «não tinha nada». A mesma menina que foi ao pico Turquino, no centenário do Apóstolo, para homenageá-lo ali, com seu busto, e uma certeza sussurrou em seu ouvido: «Você não estará só, eu estarei sempre com você».</p>
<p>Porque é difícil não evocar no presente a menina que, durante a luta clandestina, idealizou soluções tremendas como colocar mensagens embrulhadas em cigarros e até dentro de um bolo; ou o de inventar uma barriga grávida para fugir das autoridades da tirania.</p>
<p>A mesma jovem que uniu forças para salvar os expedicionários do iate Granma; que foi a primeira mulher a envergar o uniforme verde-oliva na Serra Maestra; que compilou, em pedaços de papel, a história da guerra; e que se tornou na luz, e não na sombra, de Fidel.</p>
<p>Porque a marca de sua obra é indelével em todos os lugares da Revolução onde foi gênese, ideia e impulso. Lá estão, como testemunhas, o Parque Lenin, a sorveteria Coppelia, o Palácio das Convenções, o Gabinete de Assuntos Históricos do Conselho de Estado, escolas e oficinas, só para citar alguns edifícios.</p>
<p>Porque sua imagem cativante também nos faz lembrar a líder que nunca negligenciou uma reivindicação; que zelava com infinita sensibilidade pelo cuidado das plantas e animais; que ela preferia se vestir com tecidos feitos de sacos de farinha e andar entre os seus, nunca exagerando. A deputada que se preocupava mais com seu povo do que com sua saúde. A membro do Comitê Central do Partido que conquistou o carinho de milhões com trabalho, humildade e uma dedicação ímpar.</p>
<p>Se o detalhe precisasse de um nome, seria o dela. Se a modéstia tivesse que ser nomeada, seria nomeada em homenagem a ela. Se o exemplo tivesse que ser medido, bastaria que pensássemos nela.</p>
<p>E mesmo quando foi batizada com múltiplos epítetos, como Heroína da Serra e da Planície, a flor mais autóctone, ou a guerrilheira incansável, basta dizer Celia, para reconhecer que ela é, simplesmente, eterna.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>A Caravana é o símbolo da conquista da liberdade plena em Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 20:35:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste 8 de janeiro, há cerca de 62 anos, o povo cubano volta a experimentar a euforia, o sentimento genuíno de gratidão e amor por aqueles que, com o indiscutível líder da Revolução na vanguarda, reafirmaram a promessa de uma pátria livre e percorreram a Ilha toda, levando como bandeira a esperança verde-oliva de uma Cuba mais justa. Tal como em 1959, hoje Fidel entra em Havana em uma caravana de jovens que reverenciam a história de uma vitória consumada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6178" alt="fidel 8 de enero" src="/files/2021/01/fidel-8-de-enero.jpg" width="300" height="251" />Neste 8 de janeiro, há cerca de 62 anos, o povo cubano volta a experimentar a euforia, o sentimento genuíno de gratidão e amor por aqueles que, com o indiscutível líder da Revolução na vanguarda, reafirmaram a promessa de uma pátria livre e percorreram a Ilha toda, levando como bandeira a esperança verde-oliva de uma Cuba mais justa. Tal como em 1959, hoje Fidel entra em Havana em uma caravana de jovens que reverenciam a história de uma vitória consumada.</p>
<p>Mais cedo, no mesmo dia, a vila de Madruga acordou da quietude da cidade ao som estrondoso de buzinas e ao alvoroço enérgico dos jovens, quando a Caravana da Liberdade parou em La Palmita, na reedição do percurso que os barbudos do Exército Rebelde começaram a partir de Santiago de Cuba.</p>
<p>No entanto, este ano, a peregrinação habitual tem uma conotação diferente. Diante do declínio epidemiológico na província de Mayabeque – especialmente no município de Madruga, que retornou à fase de limitada transmissão autóctone da Covid-19, a lembrança do momento será um ato simbólico de cerca de trinta jovens. Na quinta-feira, a passagem da Caravana da Liberdade por Matanzas foi uma manifestação simples e franca de amor e gratidão aos rebeldes daquela época, e especialmente a Fidel, sempre na vanguarda, ontem e hoje.</p>
<p>Os novatos caravanistas tocaram o solo dessa província através do município de Los Arabos, e com o mesmo entusiasmo revisaram o percurso histórico pelas cidades de Colón, Perico, Jovellanos e Limonar, até chegar à cidade de Matanzas. Durante uma cerimônia simples realizada no centro do Parque da Liberdade, dezenas de jovens trabalhadores, combatentes e operários evocaram a presença do líder revolucionário naquele 7 de janeiro e, sobretudo, o momento em que falou ao povo da varanda do Palácio do governo. Como aconteceu então, os colunistas relançaram a visita à cidade de Cárdenas, onde os barbudos foram homenagear o jovem mártir José Antonio Echeverría.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>O país da liberdade segue o caminho de Fidel</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 17:12:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Caravana da Liberdade, composta por crianças e jovens notáveis, lotou as ruas da cidade de Camagüey para comemorar um dos eventos mais importantes da história do país. Da mesma praça onde um povo encorajado pela vitória das armas rebeldes ouviu o jovem Comandante no dia 4 de janeiro, as novas gerações enviaram ao mundo uma mensagem clara e instrutiva: «Conosco haverá Revolução durante muito tempo».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6159" alt="fidel habana" src="/files/2021/01/fidel-habana.jpg" width="300" height="255" />A Caravana da Liberdade, composta por crianças e jovens notáveis, lotou as ruas da cidade de Camagüey para comemorar um dos eventos mais importantes da história do país.</p>
<p>Da mesma praça onde um povo encorajado pela vitória das armas rebeldes ouviu o jovem Comandante no dia 4 de janeiro, as novas gerações enviaram ao mundo uma mensagem clara e instrutiva: «Conosco haverá Revolução durante muito tempo».</p>
<p>«Aqueles que resistem e lutam, aqueles que confiam e sonham, aqueles que sabem mais sobre sóis do que manchas», disse Kelly Álvarez Fernández, primeira secretária do Comitê Provincial da UJC, «podem confiar nesta juventude, que não falhará».</p>
<p>Num momento de tanto simbolismo, a líder juvenil assegurou que as bandeiras da Pátria estarão sempre em boas mãos, ali, onde forem mais úteis: na zona vermelha, junto com os idosos, nas pesquisas, nas salas de aulas, nas usinas ou nos campos.</p>
<p>Anteriormente, Anier Arnedo Sánchez, primeiro secretário da União dos Jovens Comunistas (UJC) em Las Tunas, afirmou, em nome das novas gerações: «Não somos os substitutos, somos mais do que isso, somos a continuidade, somos o presente».</p>
<p>A ocasião foi o momento em que lutadores da Revolução, pioneiros e jovens, comemoraram o 62º aniversário da entrada a essa cidade capital do território da Caravana da Liberdade.</p>
<p>Simbolicamente, e como maior prova dos laços que unem as gerações passadas e presentes de cubanos, os que então se vestiam de verde oliva desceram dos veículos de mãos dadas com os que agora seguem seus luminosos passos.</p>
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		<title>Cuba e China: unidos na defesa da paz e do multilateralismo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 21:28:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Diplomáticas]]></category>
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		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, e o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidiram o evento político-cultural, na segunda-feira, 7 de dezembro, pelos 60 anos das relações diplomáticas entre Cuba e China, estabelecidas em 28 de setembro de 1960. O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz sublinhou que os laços de amizade entre as duas nações assentam na confiança política, no apoio e na solidariedade mútua. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6140" alt="cuba china" src="/files/2020/12/cuba-china.jpg" width="300" height="250" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, e o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidiram o evento político-cultural, na segunda-feira, 7 de dezembro, pelos 60 anos das relações diplomáticas entre Cuba e China, estabelecidas em 28 de setembro de 1960.</p>
<p>O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz sublinhou que os laços de amizade entre as duas nações assentam na confiança política, no apoio e na solidariedade mútua. Destacou que as esferas da biotecnologia e das fontes renováveis ​​de energia são pontos fundamentais da cooperação e ratificou o interesse dos dois países em continuar enriquecendo as relações bilaterais e trabalhando juntos na defesa da paz e do multilateralismo.</p>
<p>O embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Popular da China, Chen Xi, transmitiu as cordiais saudações do presidente e secretário-geral do Comité Central do Partido Comunista da China, Xi Jinping, a Raúl Castro e a Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Destacou que, diante da situação internacional, Cuba e seu país assumem a responsabilidade de manter altas as bandeiras do socialismo e defendem os canais de diálogo e cooperação para preservar a soberania e a independência de todos os países em desenvolvimento.</p>
<p>Também estiveram presentes na cerimônia, realizada no Palácio da Revolução, membros do Bureau Político, ministros e representantes de organizações e instituições do Estado cubano, funcionários do ministério das Relações Exteriores de nosso país e diplomatas chineses credenciados na Ilha.</p>
<p>Cuba tornou-se o primeiro país da América Latina e do Caribe a estabelecer relações diplomáticas com a China e lançou as bases para seu posterior intercâmbio com as nações da região. Atualmente, desempenha um papel crucial no fortalecimento do Fórum China-Celac.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Homenagem e continuidade</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 17:00:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba reverenciou, em 7 de dezembro, o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo. O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: «Não queremos paz sem independência». De Frank País, o general-de-exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6136" alt="internacionalistas homenaje" src="/files/2020/12/internacionalistas-homenaje.jpg" width="300" height="253" />Cuba reverenciou, em 7 de dezembro, o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo.</p>
<p>O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: «Não queremos paz sem independência». De Frank País, o general-de-exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente, a ferocidade combativa de um veterano, a tenacidade de um homem convicto e coragem pessoal de um combatente da linha de frente».</p>
<p>Como se fosse hoje, Fidel afirmava: «Um excelente exemplo são as mães, filhos, irmãos e esposas dos nossos irmãos falecidos. Sem exceção, eles viveram até o sacrifício supremo da pessoa amada. Eles souberam transformar sua dor profunda, que abalou todos os cantos de Cuba durante a Operação Homenagem, em mais amor à pátria, em maior fidelidade e respeito pela causa pela qual o ente querido deu a vida conscientemente. Um povo capaz dessa façanha, o que não faria se chegasse a hora de defender sua própria terra»!</p>
<p>As oferendas de flores do general-de-exército Raúl Castro, do presidente Miguel Díaz-Canel, do titular da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, da Associação dos Combatentes da Revolução, do povo e dos parentes dos internacionalistas, no cemitério de Santa Ifigenia; A voz da pequena pioneira, em Cacahual, feliz «por viver numa Cuba livre, soberana e segura, onde todos os direitos são respeitados», e dos cadetes, sentindo-se seus herdeiros, são uma profunda convicção de continuidade.</p>
<p><strong>  (Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Com a força de Maceo, Cuba acompanhou a África para se libertar do apartheid</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 21:33:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maceo permeou o espírito e o corpo desta Ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos! Uma bala o atravessou em San Pedro, em 7 de dezembro de 1896, mas não o deteve ali, onde a pátria o acolhe. O general Antonio cavalga irredutível em sua Ilha. Aquela «tempestade a cavalo» que nosso Apóstolo viu no Titã de Bronze]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6142" alt="maceo caballo" src="/files/2020/12/maceo-caballo.jpg" width="300" height="252" />Maceo permeou o espírito e o corpo desta Ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos!</p>
<p>Uma bala o atravessou em San Pedro, em 7 de dezembro de 1896, mas não o deteve ali, onde a pátria o acolhe. O general Antonio cavalga irredutível em sua Ilha. Aquela «tempestade a cavalo» que nosso Apóstolo viu no Titã de Bronze, mais do que uma bela e bela metáfora, foi uma premonição.</p>
<p>O herói de Duaba, Mântua, Baraguá, Peralejo, atacou virilmente em Santiago, quando Fidel explicou os motivos que o levaram a atacar o Moncada, e avisou, perante os que o julgavam, que primeiro a Ilha afundaria no mar antes de consentirmos não sejam escravos de ninguém. O Chefe da Revolução invocou «o exemplo glorioso de nossos heróis e mártires» e os sintetizou em cinco nomes: Céspedes, Agramonte, Maceo, Gómez e Martí.</p>
<p>Seu facão e sua armadura de Titã foram o que Cuba ergueu nas pastagens da África. O seu espírito e ideais emancipatórios erradicaram, daquele continente, o vergonhoso regime do apartheid, para que Angola, Namíbia, Etiópia e outras geografias ficassem livres da morte e da segregação imposta pelo regime neocolonial. Cuba, que carrega o sangue africano nas veias, teve o privilégio de lutar e construir, junto com as nações daquele continente, uma nova ordem de convivência, unida na busca da felicidade, da igualdade e do bem-estar de todos os seus filhos, superar as consequências do colonialismo, da escravidão e do ódio às raças. Não poderia ser de outro modo, quando nossa nação emergiu na luta pela independência e pela abolição da escravidão, e teve em homens como Maceo essa inspiração e força.</p>
<p>Hoje os zanjoneros estão se agitando novamente, tentando dividir e confundir. Mas novamente Maceo, com tanta força em sua mente quanto em seu braço, levanta-se aos milhões. E com ele Panchito Gómez, no Trillo ou em qualquer outro parque, universidade ou lugar de Cuba.</p>
<p>Maceo permeou o espírito e o corpo desta ilha, que hoje se levanta contra o ambicioso inimigo. Eles não podem mais nos vencer. Qualquer dia de dezembro, de qualquer ano, reiteraremos aos zanjoneros e seus mentores: Não nos entendemos!</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Havana de Cuba</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 16:38:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma ideia posta em prática por aquele sábio que foi Eusebio Leal, leva o nome de Rutas y andares, e sua finalidade fundamental sempre foi chegar a todos os recantos da Havana Velha com a participação ativa de seus habitantes. Foram os diretores do Gabinete do Historiador, sob a orientação de Leal, que reconheceram que o bairro de San Isidro conseguiu um grande fluxo de viajantes graças ao entusiasmo e à vontade de seus representantes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6134" alt="la habana" src="/files/2020/12/la-habana.jpg" width="300" height="245" />A grandeza desta geografia não pode ser ultrajada nem mesmo em seu universo simbólico. A história de Cuba habita a capital do país para nos lembrar o passado ao qual renunciamos</p>
<p>Uma ideia posta em prática por aquele sábio que foi Eusebio Leal, leva o nome de Rutas y andares, e sua finalidade fundamental sempre foi chegar a todos os recantos da Havana Velha com a participação ativa de seus habitantes. Foram os diretores do Gabinete do Historiador, sob a orientação de Leal, que reconheceram que o bairro de San Isidro conseguiu um grande fluxo de viajantes graças ao entusiasmo e à vontade de seus representantes.</p>
<p>Esse poderoso motivo me levou a ir àquele bairro e até mesmo perguntar sobre a obra social da Revolução – que inclui 14 consultórios médicos, uma clínica de medicina tradicional, uma clínica veterinária, três creches e um jardim de infância e quatro escolas, além de que ainda existam espaços e locais afetados pelo tempo. Não tenho dúvidas de que aqueles seres vergonhosamente financiados por Washington, sob uma entidade erroneamente denominada Movimento San Isidro, tinham acesso gratuito a essas e outras escolas, centros de saúde e outros benefícios sociais.</p>
<p>Neste momento, sinto que Leal continua «caminhando por Havana» e parece ouvi-lo, seja diante de um interlocutor ou com uma grande audiência, referindo-se aos estudantes de medicina que em 27 de novembro de 1871 foram vítimas de um dos mais crimes horrendos cometidos por cubanos pagos pelo colonialismo espanhol.</p>
<p>Em sua voz comprometida e valente, ouvi-o repudiar outra ação vil, como a cometida pelos fuzileiros navais dos Estados Unidos que em 11 de março de 1949 subiram ao monumento Martí no Central Park, um verdadeiro ultraje ao mais universal e patriota de todos os cubanos.</p>
<p>Havana também é marcada pelo que aconteceu em 4 de março de 1960, quando os Estados Unidos fizeram explodir o navio francês La Coubre, que transportava armas e munições adquiridas por Cuba para defender sua já ameaçada Revolução. Esse ato terrorista, além de privar o país das tão necessárias armas, causou cerca de cem civis mortos e 400 feridos.</p>
<p>Então, como esses personagens vulgares podem imaginar que alguém, seja da própria Havana Velha ou da parte mais remota de Cuba, pudesse aceitar que um pequeno grupo como o deles pudesse se enraizar em uma terra fertilizada pelo sangue de milhares de cubanos?</p>
<p>Lembrem, eufóricos infratores da lei cubana que clamam por Trump como seu presidente, que aquela Havana Velha que pretendem manchar tem um centro histórico que foi declarado, pela Unesco, Patrimônio Cultural da Humanidade.</p>
<p>Mais recentemente, o status concedido a Havana como Cidade Maravilha do mundo moderno, reforça nosso compromisso, hoje e para sempre, com seus valores patrimoniais e com sua gente.</p>
<p>Gostaria também de lembrar a esses personagens baratos que San Isidro Labrador era um agricultor, capaz de dividir o pouco que ganhava entre o templo, os mais necessitados e sua família.</p>
<p>Seus pais eram agricultores extremamente pobres que não podiam nem mesmo mandar o filho para a escola. Este homem canonizado não merece que nenhum desgraçado se esconda no seu patronímico.</p>
<p>A grandeza desta geografia não pode ser ultrajada nem mesmo em seu universo simbólico. A história de Cuba habita a capital do país para nos lembrar o passado ao qual renunciamos.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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