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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Angola</title>
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		<title>Diaz-Canel recebeu o chanceler de Angola</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 21:56:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, na quinta-feira à tarde, recebeu o ministro das Relações Exteriores da República de Angola, Exmo sr. Manuel Domingos Augusto, que visita oficialmente o nosso país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5498" alt="Canel Angola" src="/files/2019/06/Canel-Angola.jpg" width="300" height="239" />Durante o encontro fraterno, saudaram o excelente estado das relações bilaterais, baseadas nos laços históricos de amizade entre os dois povos, e expressaram o desejo mútuo de fortalecer os laços políticos, econômico-comerciais e de cooperação.</p>
<p>O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, na quinta-feira à tarde, recebeu o ministro das Relações Exteriores da República de Angola, Exmo sr. Manuel Domingos Augusto, que visita oficialmente o nosso país.</p>
<p>Durante o encontro fraterno, saudaram o excelente estado das relações bilaterais, baseadas nos laços históricos de amizade entre os dois povos, e expressaram o desejo mútuo de fortalecer os vínculos políticos, econômico-comerciais e de cooperação. Também dialogaram sobre várias questões da agenda internacional.</p>
<p>O ilustre visitante esteve acompanhado da secretária de Estado do Tesouro, a Exma sra. Vera Davis, e do embaixador da República de Angola, Exmo sr. José César Augusto «Kiluanji».</p>
<p>Do lado cubano, o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, e a diretora para a África Subsaariana do Ministério das Relações Exteriores, Gisela García Rivera.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e Angola fortalecem seus laços históricos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 21:50:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, na quinta-feira de manhã, recebeu o ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, com quem dialogou sobre as excelentes relações bilaterais entre nossos países]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5494" alt="Díaz-Canel-y-Canciller-de-Angola-2-580x435" src="/files/2019/06/Díaz-Canel-y-Canciller-de-Angola-2-580x435-300x225.jpg" width="300" height="225" />O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, na quinta-feira de manhã, recebeu o ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, com quem dialogou sobre as excelentes relações bilaterais entre nossos países</p>
<p>O chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla, na quinta-feira de manhã, recebeu o ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, com quem dialogou sobre as excelentes relações bilaterais entre nossas nações.</p>
<p>No encontro, Rodríguez Parrilla lembrou os laços históricos e de luta que unem nossos povos, bem como a coincidência de critérios e posições sobre questões de interesse multilateral.</p>
<p>Também disse que a África é e continuará sendo uma prioridade na política externa da nação caribenha.<br />
Por seu lado, o chanceler angolano reiterou que Cuba é um aliado estratégico para o seu país, que desempenhou um papel crucial na manutenção da integridade territorial de Angola e que, em tempos difíceis, de sanções económicas, ameaças e chantagens, continuará apoiando a Revolução Cubana.</p>
<p>Anunciou que, como prova desse vínculo bilateral cada vez mais próximo, o presidente do país africano, João Lourenço, prevê fazer uma visita oficial à Ilha em pouco tempo.</p>
<p>UM NOVO CICLO NAS RELAÇÕES BILATERAIS<br />
«Estou agradavelmente surpreendido e grato pelo progresso de Cuba na indústria farmacêutica e de biotecnologia e espero estreitar ainda mais as relações mais nesse sentido», em prol da saúde pública do povo de meu país», disse o chanceler angolano, Manuel Domingos Augusto, após visitar, na tarde da quinta-feira, várias áreas do Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia da capital cubana, e dialogar com especialistas e diretivos desta instituição e do grupo empresarial BioCubaFarma.</p>
<p>No encontro se destacou o potencial de produtos e serviços dessa entidade cubana que vende medicamentos e, especialmente, as 23 pesquisas clínicas realizadas em 35 países, suas exportações a mais de 40 e sua inserção no sistema nacional de saúde de Cuba.</p>
<p>O chanceler angolano agradeceu a relação de trabalho já existente e exortou a expandir e fortalecer a colaboração mútua na área da indústria farmacêutica e da biotecnologia.</p>
<p>«Esperamos que com essa troca um novo ciclo de relacionamentos comece», concluiu.<br />
<strong><br />
(Granma)</strong></p>
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		<title>O «Carnaval» de Cuito Cuanavale</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 15:47:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[APÓS um período de calma no cenário militar angolano, a atmosfera começou a esquentar, no final de 1987, quando um enclave no extremo sudeste do país começou a monopolizar a atenção da imprensa mundial: Cuito Cuanavale.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4922" alt="Soldados Angola" src="/files/2018/03/Soldados-Angola.jpg" width="300" height="257" />APÓS um período de calma no cenário militar angolano, a atmosfera começou a esquentar, no final de 1987, quando um enclave no extremo sudeste do país começou a monopolizar a atenção da imprensa mundial: Cuito Cuanavale.</p>
<p>Seria por volta do início de novembro, quando o nome da citada cidade chegava aos ouvidos da equipe de correspondentes cubanos credenciados em Luanda, pela primeira vez, através de conversas informais:</p>
<p>Dizem que no sul a situação está inflamada. A Unita* forçou a FAPLA a se retirar e agora suas unidades se defendem perto de Cuito «Carnavales» ou «Cuarnavale»&#8230; Que diabos!</p>
<p>O pomo da discórdia foi realmente Mavinga, uma aldeia que desde os anos 80 do século passado se tornara o centro da disputa entre a FAPLA e a Unita, sem resultados de consideração para nenhuma das partes.</p>
<p>Após várias tentativas fracassadas, o alto comando do exército angolano resolveu empreender, nesse ano, a Operação Saudando Outubro, que incluiu entre seus objetivos a libertação de Mavinga, uma posição controlada pelos bandos armados de Jonas Savimbi.</p>
<p>Desta vez, tal como nas incursões anteriores, o comando cubano alertou sobre a complexidade logística de tal manobra, sem descartar a possível intervenção direta das unidades regulares do exército sul-africano, em apoio à Unita.</p>
<p>Os avisos foram confirmados. Assim que as tropas angolanas começaram a cruzar o rio Lomba, a norte de Mavinga, o inimigo impediu o avanço das tropas da FAPLA, que foram forçadas a recuar, perante o perigo de um completo colapso.</p>
<p>Um propósito claro encorajou os invasores: tirar proveito da posição vantajosa alcançada no campo militar para impor suas condições na mesa de negociações, inclusive exigindo a retirada total das tropas cubanas de Angola.</p>
<p>Tais objetivos diplomáticos claros tiveram um forte apoio militar, baseado em golpes de aviação e artilharia, cujo fogo submeteu a um feroz assédio as brigadas da FAPLA que tinham passado à defesa a leste de Cuito Cuanavale.</p>
<p>***</p>
<p>Foi neste ponto do conflito que o governo angolano solicitou o apoio de Cuba para reverter a complexa situação criada e evitar o desastre militar que se aproximava, com consequências imprevisíveis para o destino dessa nação africana irmã.</p>
<p>Naqueles dias, a Missão Militar Cubana em Angola era o centro da implementação de importantes decisões adotadas em Havana, cujas autoridades, em 15 de novembro de 1987, concordaram em enfrentar o desafio e dar uma forte resposta.</p>
<p>A máxima liderança cubana aconselhou não usar as tropas que defendiam a linha do Namibe-Menongue, mas aplicar uma variante mais ousada: reforçar o contingente com forças e meios enviados de Cuba, incluindo os melhores pilotos.</p>
<p>Em 5 de dezembro, um grupo de trabalho do Estado Maior da Missão Militar partiu para a área de operações, cujo chefe, o então general-de-brigada Álvaro López Miera, tinha a tarefa de organizar o comando e fortalecer a fraca defesa.</p>
<p>Colocar ordem era uma tarefa colossal sob fogo inimigo, que tinha como alvo fixo a cidade de Cuito Cuanavale, com uma obsessiva preferência pelo aeroporto e a ponte localizada muito próxima da confluência dos dois rios que dão nome ao local.</p>
<p>Após os primeiros cubanos, no final do mês chegaram outros 200 assessores, em várias especialidades, que se deslocaram para as brigadas da FAPLA duramente atingidas pelas ações armadas, que tinham como objetivo desmoralizar os soldados.</p>
<p>Esses oficiais e combatentes assumiram o enorme desafio de fazer causa comum com os angolanos e parar o ímpeto da maquinaria racista, que não perdeu um minuto para lançar seus ataques e tentar aniquilar o grupo atolado na área.</p>
<p>***</p>
<p>As coisas ficaram feias em 14 de fevereiro de 1988. Assaltos pesados da artilharia precederam o avanço das tropas sul-africanas sobre a 59ª brigada da FPLA, cujas tropas, em confrontos sangrentos e desiguais, viram suas posições combativas penetradas.</p>
<p>Determinado em materializar seus propósitos macabros, o adversário repetiu a dose, em 19 e 20 de fevereiro, desta vez com uma ofensiva terrestre, apoiada por meios aéreos, que tinha como direção principal a 25ª Brigada da FPLA.</p>
<p>Mas nesse momento, recebeu uma resposta brusca: enquanto seus múltiplos ataques foram rejeitados a partir das trincheiras, no ar, os caças Mig-23 atacaram com acerto e reduziram a lixo vários tanques e veículos blindados sul-africanos.</p>
<p>Em uma manobra não detectada pelo inimigo, a borda frontal de defesa foi transformada em um gigantesco campo minado, graças ao titânico trabalho dos sapadores, ação seguida da retirada, à noite, de duas brigadas da FAPLA.</p>
<p>A armadilha estava montada e as tropas invasoras não demoraram a cair. Apenas em 25 de fevereiro, os sul-africanos avançaram em combate direto contra as posições abandonadas e entraram no terreno coberto pelas minas.</p>
<p>A explosão das cargas, acompanhada de golpes dos lançadores múltiplos de mísseis BM-21, confundiram o adversário, a tal ponto que, mesmo no meio da noite desse próprio dia, continuavam sentindo-se as explosões, quando os carros blindados colidiam com as minas antitanque.</p>
<p>Em 28 de fevereiro, a imprensa cubana publicou uma reportagem intitulada «Cuito Cuanavale resiste e vive». Foi a primeira ocasião em que era desmentida a mídia transnacional que tinha reivindicado, desde meados de janeiro, o controle daquela localidade.</p>
<p>A novidade informativa tinha ido por água abaixo e pretendiam esconder o fracasso lançando mão dos argumentos mais incomuns, para justificar por quê, naquele momento do confronto, não tinham sido capazes de colocar suas botas sujas nas ruas da cidade.</p>
<p>Em sua teimosia sem sentido, em 1º de março, os racistas voltaram aos seus velhos hábitos, com um novo ataque terrestre que foi interrompido pela segunda vez, graças às minas colocadas de forma eficiente no terreno e aos golpes da artilharia.</p>
<p>Desta vez, feridos até ao núcleo, tiveram de se retirar, sem sequer chegarem à frente da defesa cubano-angolana. Alguns dias depois, em 23 de março, os sul-africanos acabaram com os dentes quebrados, em sua tentativa de ocupar Cuito Cuanavale.</p>
<p>Lançaram um novo ataque de várias direções e de várias direções também emergiu a resposta das forças patrióticas. Nem mesmo as cortinas de fumaça, criadas como uma tábua de salvação, poderiam mascarar o desastre que estava vindo sobre eles.</p>
<p>***</p>
<p>A foto de um tanque Centurião sul-africano, ocupado como troféu de guerra, percorreu o mundo naqueles dias, como um símbolo da derrota do regime do apartheid, cujas ações diminuíram de intensidade, até desaparecerem completamente.</p>
<p>Desde então, muitos cubanos na Ilha, com o gracejo habitual, chamaram de «Carnaval» de Cuito o retumbante sucesso do grupo de tropas da FAPLA, em clara alusão ao nome do famoso enclave angolano e ao que aconteceu ali. .</p>
<p>O Comandante-em-chefe também usava frases cheias de humor crioulo naqueles dias, como quando ele comparou o contingente muito forte, avançando para o sul, com o soco implacável, arremessado pela mão direita do boxeador Teófilo Stevenson, nosso boxeador multicampeão.</p>
<p>Fidel não estava errado: «A ideia era detê-los em Cuito Cuanavale e castigá-los a partir do sudoeste». Essa era a essência de um princípio básico: não travar batalhas decisivas no terreno escolhido pelo inimigo, mas no selecionado pelas forças próprias.</p>
<p>Para esse efeito, dezenas de unidades enviadas de Cuba, no âmbito da Operação 31º Aniversário das FARs, já se encontravam na República Popular de Angola, que naquele momento formava um front comum com os patriotas angolanos e namíbios.</p>
<p>O reforço, que em um dado momento concentrou mais de 50 mil soldados cubanos na terra natal de Agostinho Neto, incluiu um aumento substancial no número de carros blindados e meios antiaéreos, uma força chocante, se acrescentarmos a isso a elevada moral de combate de seus membros.</p>
<p>Em Pretória, perceberam que não era brincadeira o que se aproximava. Nada poderia impedir o avanço do contingente, a partir do flanco sul-ocidental, para expulsar os invasores do território angolano.</p>
<p>No ar, os corajosos pilotos fecharam com um desempenho épico tão brilhante episódio, cuja eficiência ficou inscrita em uma das paredes do complexo hidrelétrico do Calueque, a poucos quilômetros da fronteira com a Namíbia: «Os Mig-23 quebraram nossos corações».</p>
<p>* Unita: União Nacional para a Independência Total de Angola.</p>
<p>** FAPLAs: Forças Armadas para a Libertação de Angola.</p>
<p>*** Hoje general-de-corpo-de-exército, primeiro vice-ministro da FARs e chefe do Estado Maior.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Angola-Cuba: 40 anos de relações e história solidárias</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2015 18:42:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcados por uma história solidária, Angola e Cuba completaram, em 15 de novembro, 40 anos de ter estabelecido relações diplomáticas com a vontade política de seus respectivos governos de se esforçarem por seu fortalecimento e diversificação. “A tenacidade do comandante-em-chefe Fidel Castro e do presidente Agostinho Neto não somente propiciou a declaração de independência nacional, mas também que quatro dias depois se pudessem instituir os nexos entre ambos os países”, declarou à Prensa Latina o primeiro embaixador de Havana em Luanda, Oscar Oramas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4052" alt="angola-40" src="/files/2015/12/angola-40.jpg" width="300" height="165" />Marcados por uma história solidária, Angola e Cuba completaram, em 15 de novembro, 40 anos de ter estabelecido relações diplomáticas com a vontade política de seus respectivos governos de se esforçarem por seu fortalecimento e diversificação.</p>
<p>“A tenacidade do comandante-em-chefe Fidel Castro e do presidente Agostinho Neto não somente propiciou a declaração de independência nacional, mas também que quatro dias depois se pudessem instituir os nexos entre ambos os países”, declarou à Prensa Latina o primeiro embaixador de Havana em Luanda, Oscar Oramas.</p>
<p>Ponderou a capacidade visionária de Fidel e a firmeza de Neto naqueles momentos difíceis, quando corria perigo a emancipação pelas ações de organizações internas e potências vizinhas que arremeteram contra o legítimo Movimento Popular da Liberação de Angola (MPLA).</p>
<p>Os Acordos de Alvor, indicou, assinados em janeiro desse calendário, fixavam em 11 de novembro de 1975 como a data oficial para o anúncio da liberdade.</p>
<p>Em uma conferência magistral que ministro recentemente na Liga Africana, com sede na capital angolana, o diplomata cubano precisou que nesse difícil contexto, Neto e a direção do MPLA pediram apoio a Cuba.</p>
<p>Oramas aludiu aos primeiros instrutores cubanos que chegaram ao solo angolano em 1975 e precisou: “A decisão de ajudar militarmente o MPLA foi tomada no Palácio da Revolução em Havana e não pedimos opinião ou consultamos ninguém, solo nossas consciências”.</p>
<p>“Esses fatos heróicos nos uniram perante a história”, disse Oramas, quem reiterou que em 11 de novembro de 1975 Neto proclamou a liberdade na Praça 1º de Maio (atual Praça da Independência), onde foram escutadas as notas do hino nacional Angola avante.</p>
<p>Para Oramas, a diplomacia também teve seu papel nesse complexo panorama e lembrou quando “em 15 de novembro de 1975 assinei, com o então chanceler de Angola, José Eduardo dos Santos, o estabelecimento das relações diplomáticas entre nossos dois países”.</p>
<p>Especificou que anteriormente se tinha combinado com Neto que, embora o embaixador cubano tivesse chegado a Luanda antes que os outros, o representante do Congo, Benjamín Bounkulou, entregasse primeiro suas credenciais. Desta forma se apresentou o Brasil, seguiu o Congo e “depois a Pátria da estrela solitária: Cuba”.</p>
<p>Genuínos laços de amizade, feitos desde a escravidão, foram reorganizados e consolidados um ano depois quando ambas as nações assinaram o Acordo Geral de Colaboração e sobre essa base foi constituída a Comissão Bilateral Intergovernamental.</p>
<p>Desde essa etapa, Havana e Luanda ajustam, renovam e estabelecem novos compromissos e protocolos setoriais.</p>
<p>Hoje presta, colaboração neste país africano mais de quatro mil cubanos em diversos setores, especialmente na saúde, com 1,8 mil médicos e 1,4 mil professores.</p>
<p><strong> (Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Vice-presidente de Angola finaliza visita oficial a Cuba</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/05/20/vice-presidente-de-angola-finaliza-visita-oficial-cuba/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2015 16:56:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O vice-presidente de Angola, Manuel Domingos Vicente, finaliza hoje uma visita oficial a Cuba, onde cumpriu um amplo programa de atividades. Ontem, Vicente prestou homenagem aos internacionalistas cubanos que caíram em combate em seu país, ao mesmo tempo em que destacou os fortes laços de amizade que distinguem as relações entre ambas nações.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3736" alt="vicepresidente-angola-300x250" src="/files/2015/05/vicepresidente-angola-300x2501.jpg" width="300" height="250" />O vice-presidente de Angola, Manuel Domingos Vicente, finaliza hoje uma visita oficial a Cuba, onde cumpriu um amplo programa de atividades.</p>
<p>Ontem, Vicente prestou homenagem aos internacionalistas cubanos que caíram em combate em seu país, ao mesmo tempo em que destacou os fortes laços de amizade que distinguem as relações entre ambas nações.</p>
<p>Como parte da agenda, na segunda-feira Vicente se reuniu com o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Ambas autoridades conversaram a respeito do excelente estado das relações e sublinharam que as mesmas são expressão da histórica amizade que unem povos e governos.</p>
<p>Além disso, dialogaram sobre o desenvolvimento alcançado em matéria de cooperação nas esferas da saúde, educação, construção, o setor militar e sobre outros temas da agenda internacional.</p>
<p>O vice-presidente de Angola também homenageou o Herói Nacional de Cuba, José Martí na base do monumento que leva seu nome nesta capital.</p>
<p>Também foi recebido pelo vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas, oportunidade na qual abordaram o desenvolvimento atingido em termos de cooperação.</p>
<p>Os nexos diplomáticos entre Angola e Cuba foram estabelecidos em 15 de novembro de 1975, e neste ano de 2015 chegam a seus 40 anos.</p>
<p>Ambos países mantêm relações históricas, baseadas em laços de amizade e irmandade forjados ao longo de muitos anos de luta.</p>
<p>Cuba e Angola sustentam na atualidade uma exitosa colaboração, sobretudo nas esferas da saúde, construção, educação, ciência e tecnologia, agricultura, setor militar, esportes, minas e energia.</p>
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		<title>Vice-presidente de Angola homenageia internacionalistas cubanos</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2015/05/19/vice-presidente-de-angola-homenageia-internacionalistas-cubanos/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 23:55:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O vice-presidente de Angola, Manuel Domingos Vicente, prestará hoje homenagem aos internacionalistas cubanos que caíram em combate em seu país, como parte da visita oficial que realiza a Cuba. O mandatário angolano foi recebido ontem pelo primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente de Angola, Manuel Domingos Vicente, prestará hoje homenagem aos internacionalistas cubanos que caíram em combate em seu país, como parte da visita oficial que realiza a Cuba.</p>
<p><img src="/files/2015/05/angola-homenaje.jpg" alt="angola homenaje" width="300" height="221" class="alignleft size-full wp-image-3728" />O mandatário angolano foi recebido ontem pelo primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Durante o encontro, ambas autoridades dialogaram a respeito do excelente estado das relações e sublinharam que as mesmas são expressão da histórica amizade que unem povos e governos.</p>
<p>Além disso, conversaram sobre o desenvolvimento alcançado em matéria de cooperação nas esferas de saúde, educação, construção, setor militar e sobre outros temas da agenda internacional, informou uma nota oficial divulgada aqui.</p>
<p>O vice-presidente de Angola homenageou o Herói Nacional de Cuba, José Martí, na base do monumento que leva seu nome nesta capital.</p>
<p>Vicente foi recebido pelo vice-presidente do Conselho de Ministros Ricardo Cabrisas, oportunidade na qual abordaram o desenvolvimento atingido no tema de colaboração, de acordo com o comunicado.</p>
<p>Os nexos diplomáticos entre Cuba e Angola se estabeleceram em 15 de novembro de 1975, e neste ano de 2015 chegam a seus 40 anos.</p>
<p>Ambas nações sustentam na atualidade uma ampla colaboração, sobretudo nas esferas da saúde, construção, educação, ciência e tecnologia, agricultura, setor militar, esportes, minas e energia.</p>
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		<title>Vice-presidentes de Angola e de Cuba têm conversações oficiais</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 23:35:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Ex.mo sr. Manuel Domingos Vicente]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Díaz-Canel Bermúdez]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu, em 18 de maio, no Palácio da Revolução, o vice-presidente de Angola, Ex.mo sr. Manuel Domingos Vicente, quem faz uma visita oficial à Ilha. Durante o encontro, os dois funcionários trocaram opiniões sobre o excelente estado das relações bilaterais e ressaltaram que as mesmas são uma expressão da amizade histórica entre nossos povos e governos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3722" alt="d cannel y angola" src="/files/2015/05/d-cannel-y-angola.jpg" width="300" height="238" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu, em 18 de maio, no Palácio da Revolução, o vice-presidente de Angola, Ex.mo sr. Manuel Domingos Vicente, quem faz uma visita oficial à Ilha.</p>
<p>Durante o encontro, os dois funcionários trocaram opiniões sobre o excelente estado das relações bilaterais e ressaltaram que as mesmas são uma expressão da amizade histórica entre nossos povos e governos. Eles examinaram o desenvolvimento alcançado na cooperação nas áreas de saúde, educação, construção e o setor militar e outras questões da agenda internacional.</p>
<p>O distinto visitante foi acompanhado pelo ministro da Saúde, José Van Dunem; o da Educação, Mpinda Simão; o do Ensino Superior, Adão do Nascimento; o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Manuel Domingos Augusto e o embaixador de Angola em Cuba, Cesar Augusto Kiluanje, entre outros membros da delegação.</p>
<p>Pela parte cubana estavam presentes o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz; o presidente executivo do Grupo de Administração de Empresas, general-de-brigada Luis Alberto Rodriguez Lopez-Callejas; o vice-ministro das Relações Exteriores, Rogelio Sierra Díaz e o embaixador de Cuba em Angola, Gisela Garcia Rivera.</p>
<p>O presidente angolano tinha sido recebido anteriormente pelo vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz, na sede do Conselho de Ministros, momento em que foram discutidos os progressos alcançados em termos de cooperação, as relações entre os dois países, nomeadamente, nas áreas de saúde, educação, ensino superior e a construção.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Chegará a Cuba vice-presidente de Angola</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2015 15:03:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vice-presidente Angolano, Manuel Domingos Vicente, chegará na tarde de hoje à Cuba em visita oficial. Durante sua estadia, o dirigente angolano terá conversas oficiais com o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e terá encontros com outras autoridades do Estado caribenho. Segundo informou Chancelaria de Havana, o programa oficial do titular angolano incluirá, ademais, visitas a lugares de interesse econômico e histórico como o Monumento ao Herói Nacional José Martí, o parque dos Próceres Africanos e o cemitério dos internacionalistas cubanos caídos em Angola.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3707" alt="vicepresidente-angola-300x250" src="/files/2015/05/vicepresidente-angola-300x250.jpg" width="300" height="250" />O vice-presidente Angolano, Manuel Domingos Vicente, chegará na tarde de hoje à Cuba em visita oficial.</p>
<p>Durante sua estadia, o dirigente angolano terá conversas oficiais com o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e terá encontros com outras autoridades do Estado caribenho.</p>
<p>Segundo informou Chancelaria de Havana, o programa oficial do titular angolano incluirá, ademais, visitas a lugares de interesse econômico e histórico como o Monumento ao Herói Nacional José Martí, o parque dos Próceres Africanos e o cemitério dos internacionalistas cubanos caídos em Angola.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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