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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Alfabetização</title>
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		<title>Uma Campanha de ternura e ciência</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 19:41:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4500" alt="f0015471" src="/files/2016/12/f0015471.jpg" width="300" height="192" />UM exército de «professores missionários» encabeçado pelo líder da Revolução levou a termo, há 55 anos, a maior façanha pelo derrocamento da ignorância que tenha conhecido um povo, e compartilhou depois com países irmãos suas melhores experiências. Constituiu essa razão suficiente para comemorar em 22 de dezembro o 55º aniversário da declaração de Cuba como Território Livre de Analfabetismo e Dia do Educador, na histórica Cidade Escolar Libertad, acampamento militar convertido em fortaleza docente, depois do triunfo de 1959.</p>
<p>O ato — presidido pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de ministros e membro do Bureau Político, Miguel Diaz-Canel Bermúdez — converteu-se em uma homenagem merecida ao professor mor, quem «traçou a estratégia da Campanha sob dois princípios de unidade nacional, levar a cultura, às massas e a confiança infinita na juventude cubana», como expressou Zoila Benítez de Mendoza ao falar em nome dos alfabetizadores.</p>
<p>Entre os beneficiados por aquela façanha esteve José René Fuentes Cintado, para quem «nada há mais alienante do que ignorar as coisas que fluem ao nosso redor, sem conhecer o por quê de cada uma delas. Nós nascemos de uma mãe chamada alfabetização, em 1961, que foi fruto de outra ainda mais bela, a invicta e gloriosa Revolução Cubana», sublinhou.</p>
<p>Convicto da alta responsabilidade do magistério na formação das gerações futuras, tarefa que somente poderão cumprir os docentes sendo «profundos revolucionários, martianos e fidelistas», mostrou-se o jovem Octavio Peña Toledo, estudante da escola pedagógica Fulgencio Oroz, do município de Cerro, na capital.</p>
<p>Ainda, evidenciou a profunda admiração e respeito por aqueles que perderam a vida na Campanha de Alfabetização, ao tempo que manifestou que o conseguido por ela foi muito mais do que um triunfo educacional: «foi a reivindicação do direito do povo que Fidel nos legou».</p>
<p>Nas palavras de encerramento, Olga Lidia Tapia Iglesias, membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, referiu-se aos desafios presentes dos educadores, entre os que se encontram a atitude crítica e autocrítica e melhor preparação.</p>
<p>Marcaram presença no ato os membros do Bureau Político Mercedes López Acea, vice-presidenta do Conselho de Estado e primeira secretária do Comitê Provincial do Partido em Havana; o secretário-geral da Central dos Trabalhadores de Cuba, Ulises Guilarte de Nacimento; os ministros da Educação e Educação Superior, Ena Elsa Velásquez Cobiella e José Ramón Saborido Loidi, respectivamente.</p>
<p>Ainda, estava presente Armando Hart Dávalos, quem foi diretor do Programa Nacional de Alfabetização; o companheiro José Ramón Fernández Álvarez, assessor do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros; e outros dirigentes do Partido, o Estado, o governo, organizações políticas e de massas, e o Ministério da Educação.</p>
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