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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Água</title>
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		<title>Busca por soluções da ciência aos problemas da água</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 23:42:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, manteve um novo diálogo com gestores, especialistas e cientistas, desta vez relacionado aos recursos hidráulicos, setor que necessariamente requer também o emprego de ciência para resolver problemas, especialmente nas comunidades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6432" alt="Agua obras Palatino" src="/files/2021/05/Agua-obras-Palatino.jpg" width="300" height="250" />O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, manteve um novo diálogo com gestores, especialistas e cientistas, desta vez relacionado aos recursos hidráulicos, setor que necessariamente requer também o emprego de ciência para resolver problemas, especialmente nas comunidades</p>
<p>«Não queremos qualquer ciência, nem qualquer inovação. O que queremos é que, dependendo dos problemas do país, nos voltemos para a pesquisa científica; às melhores experiências; trabalhar com os especialistas; para diálogos de vários níveis; à promoção das relações entre governos, organizações, entidades, o setor produtivo de bens e serviços, a administração pública e os territórios, com o setor do conhecimento, a fim de desenvolver uma forma de fazer que nos permita encontrar soluções na ciência».</p>
<p>Foi assim que considerou o primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista e presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, na quinta-feira, 29 de abril, em um novo diálogo com gestores, especialistas e cientistas, desta vez relacionado com os recursos hidráulicos, setor que , necessariamente, requer também o uso da ciência para resolver problemas, principalmente nas comunidades.</p>
<p>E a complexidade desses problemas, reconheceu, nos leva a ações abrangentes, pois «nada se resolve a partir de um único conhecimento, nem de uma única perspectiva». Daí sua insistência em trabalhar com as diferentes disciplinas e setores interligados.</p>
<p>Com especial destaque, comentou sobre a prioridade que deve ser atribuída à formação do potencial humano, questão que, reconheceu, está muito bem identificada pelo Instituto Nacional dos Recursos Hidráulicos. Não é fazer doutorado em nenhuma disciplina, «é fazer doutorado e mestrado nos problemas que existem. Assim, melhores soluções serão encontradas e todos avançarão: a instituição avança e as pessoas em sua formação», refletiu o presidente da República.</p>
<p>«Reforçar esta questão é fundamental para responder, a partir do conhecimento, às demandas existentes, tanto a nível setorial como territorial, e promover a ciência e a inovação», afirmou.</p>
<p>«São todos temas muito desafiadores», reconheceu, «que inevitavelmente devem ser trabalhados com maior intenção nos territórios; precisamos que avancem, portanto, uma projeção importante do Instituto tem que se basear nos territórios».</p>
<p>«Se o território se desenvolve, a província se desenvolve, e se a província se desenvolve, o país se desenvolve», frisou.</p>
<p>«Onde primeiro temos que buscar a eficiência no uso dos recursos é nas localidades, e nisso a ciência e a inovação são pilares essenciais», avaliou.</p>
<p>Como elementos básicos a desenvolver também no setor, destacou a informatização e automatização de processos, visto que temos que aspirar a ter tecnologias econômicas e eficientes que deem qualidade de vida ao nosso povo.</p>
<p>Nesse setor, reconheceu, «é valorizado que haja compreensão sobre a importância dessas questões e vontade de continuar a fazê-lo. Vocês pesquisaram e inovaram, agora têm que ir para um patamar superior», destacou.</p>
<p>INOVAR DE E A PARTIR DO ÂMBITO LOCAL</p>
<p>Desde a sua fundação, em 1962, o Instituto Nacional dos Recursos Hidráulicos (INRH), promovido pelas ideias do Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, foi concebido com um amplo perfil de pesquisas, a partir do qual se projetou a construção de barragens, sistemas de desvio, canais mestre, aquedutos e sistemas de esgoto, bem como áreas de irrigação e drenagem.</p>
<p>Este compromisso, que tem se mantido continuamente no setor, tem levado, em diversos momentos, a buscar novas formas de fazer as coisas relacionadas à ciência e à pesquisa, o que foi destacado no encontro, conduzido pela primeira vice-ministra Inés María Chapman Waugh, e contou com a participação do membro do Bureau Político e primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz.</p>
<p>«Prova disso», explicou o presidente do Instituto Nacional dos Recursos Hidráulicos, Antonio Rodríguez Rodríguez, «são as mais de 11 mil inovações que foram desenvolvidas em diversos temas nos últimos dez anos, promovendo economia de recursos, substituição de importações, melhorias na qualidade do padrão de vida da população e a preservação do meio ambiente».</p>
<p>No entanto, no intercâmbio com o chefe de Estado, Rodríguez Rodríguez reconheceu que existe um distanciamento entre a busca de soluções para os problemas e o setor do conhecimento, aspecto que se pretende alterar a partir da aplicação do novo sistema de gestão integrado da ciência, tecnologia e inovação.</p>
<p>Esse modelo de gestão, explicou, «está baseado no Programa Integral de Desenvolvimento Hidráulico até 2030 e tem entre seus objetivos desenvolver e sustentar a infraestrutura hidráulica do país com base no acesso, contabilidade, eficiência e qualidade da água; otimizar o uso integrado da água com base em seu uso racional, produtivo e na proteção da sua qualidade e do meio ambiente; solicitar, expandir e manter os serviços de água potável e saneamento, com foco em administrá-los com segurança e melhorar a eficácia da agência como autoridade nacional para uma governança eficaz da água».</p>
<p>Como elemento essencial em tudo o que o Instituto se propõe realizar, seu presidente destacou a ênfase dada ao desenvolvimento local, já que não há cidade que não precise de água e saneamento, e solucionar os diversos problemas que tratam dessas questões está associada, também, ao uso da ciência.</p>
<p>«Não basta pensar, a partir da nação, como resolver os problemas. É preciso ver como, a partir do município, são propostas soluções para construir, a partir do local, projetos de desenvolvimento».</p>
<p>Motivados pela análise, vários participantes também refletiram sobre os temas que deveriam ser promovidos para acompanhar a implementação deste novo modelo de gestão. Nesse sentido, foi enfatizada a necessidade de desenvolver e fortalecer o conselho técnico consultivo; promover a formação e capacitação de capital humano; aproximar os empresários das universidades e centros de pesquisa, e ser mais proativos, de forma a se antecipar aos problemas do setor, e agir de acordo com isso.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Megaconstrução de coração cubano</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 16:33:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[A impressionante massa de água da represa Mayarí (354 milhões de metros cúbicos) e a cortina que a contém, única no país por sua altura e muro impermeável de betão armado, proclamam que o Transvasse Leste-Oeste é uma megaconstrução, fruto da capacidade técnica do país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4742" alt="Mega proyecto Mayari" src="/files/2018/02/Mega-proyecto-Mayari.jpg" width="300" height="224" />A impressionante massa de água da represa Mayarí (354 milhões de metros cúbicos) e a cortina que a contém, única no país por sua altura e muro impermeável de betão armado, proclamam que o Transvasse Leste-Oeste é uma megaconstrução, fruto da capacidade técnica do país.</p>
<p>Com o ponto de partida na represa Nuevo Mundo, no município de Moa, a complexa rede de túneis, canais principais e secundários, pontes-túneis, válvulas, tomadas e demais componentes, foi projetada para atravessar uma extensa porção da província de Holguín e terminar no território de Las Tunas, na represa Juan Sáez.</p>
<p>Sua magnitude e as soluções de engenharia previstas e executadas confirmam a decisão estatal de conduzir água desde zonas onde sua disponibilidade seja maior até as menos favorecidas pela natureza.</p>
<p>Com sede nas proximidades da cidade de Mayarí, a Empresa de Serviços Engenheiros, da Direção Integrada de Projetos (DIP) Transvases é a responsável por administrar o multimilionário empreendimento, que consta de seis etapas, previstas de forma gradual.</p>
<p>TRAÇAS DE PROFISSIONALISMO</p>
<p>As complexidades técnicas e de outros tipos não impediram o andamento do Transvase Leste-Oeste. A primeira etapa, iniciada em 2005 e concluída em 2009, solucionou o abastecimento de água à população da cidade de Holguín e às instalações dos polos turísticos do norte da mesma província, prejudicados antes da conclusão das obras, por secas cíclicas e severas.</p>
<p>Com o fim de beneficiar a capital da província foi construído o canal de transvase Nipe-Gibara, que começa na represa Mayarí e chega à represa Birán. Desta, a água vai para a de Nipe, pelo canal Nipe-Deleite e prossegue, impulsionada por três estações de bombeamento colocadas em locais chaves e distantes entre si, até a represa Gibara.</p>
<p>A situação da área turística mudou com o acabamento da rede condutora que enlaça as represas Colorado e Naranjo, ao qual seguiu a ligação à usina potabilizadora da zona de Pesquero.</p>
<p>Em 2012, foi terminada a segunda etapa, que também começou em 2005. Trata-se de um sistema que parte da represa Mayarí, no município de igual nome, e termina na de Birán, no território do município de Cueto. Em seu trajeto une as represas de Seboruquito e La Esperanza.</p>
<p>A ligação entre estes reservatórios foi atingida através de dez quilômetros de túneis, 18 de canais, três pontes-canais, três obras de arco e cerca de uma centena de outras obras engenheiras.</p>
<p>O orçamento inicial disponível foi próximo dos 550 milhões de pesos, mas a introdução de novas tecnologias e o incremento da eficiência, em geral, permitiram poupar cerca de 40 milhões.</p>
<p>Uma avaliação feita no fim de dezembro passado, com a presença na obra do primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político do Partido Comunista de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, expôs os benefícios conseguidos até agora.</p>
<p>A tubulação Nipe-Gibara transferiu 28,60 milhões de metros cúbicos até a cidade de Holguín, e a Colorado-Naranjo enviou ao Polo Turístico mais 3,16 milhões de metros cúbicos.</p>
<p>A isto se acrescenta que a água armazenada, ascendente a 317 milhões de metros cúbicos de água e as possibilidades de transferí-la, mediante o Canal Nipe-Deleite, facilita colocar sob irrigação 12.800 hectares dedicados à produção agrícola, em geral, e à cana-de-açúcar. Deles, mais de 2.564 já ti-nham os sistemas de abastecimento prontos.</p>
<p>A represa Mayarí pôs fim às enchentes da capital do município de igual nome e evitou, daqui em diante, os consideráveis gastos requeridos para a evacuação e proteção de pessoas, animais e recursos diversos.</p>
<p>Na margem direita foi construída uma pequena usina hidrelétrica, a qual foi sincronizada ao Sistema Elétrico Nacional, em 26 de outubro de 2016 e até o fim de dezembro passado tinha gerado 23 gigaWatt/hora e poupado 5.700 toneladas de combustível.</p>
<p>Esses benefícios irão aumentando com o uso sistemático da instalação e a terminação, no presente ano, de outra usina de igual tipo, mas com capacidade levemente inferior, situada no extremo esquerdo da base da cortina do reservatório.</p>
<p>AÇÕES CONTÍNUAS E RACIONAIS</p>
<p>Posta em andamento em 2012, a terceira etapa transita por diferentes momentos. Na direção norte se encontra o Canal Birán-Báguano, que hoje tem terminados cerca de 12 quilômetros, do total de 28 previstos. Entre outras bondades, facilitará irrigar 13.400 hectares.</p>
<p>No leste se encontra o Túnel Mayarí-Levisa com um comprimento de 18,5 quilômetros e algo mais de dez executados. Ao ser concluída, a represa Levisa (a ser construída) transferirá do rio do mesmo nome 80,0 milhões de metros cúbicos para a represa Mayarí.</p>
<p>O ritmo de trabalho das forças construtoras é evidente no avanço do canal Nipe-Deleite-Cosme-Herrera, primordial para os planos do atual ano porque aponta ao coração do polo agrícola de Cosme-Her-rera, empenhado em pôr sob irrigação, futuramente, 2 mil hectares destinados à cultura de arroz.</p>
<p>A maneira dinâmica de atuar na presente etapa responde a uma espécie de «correção do tiro», ao ser adotada a estratégia que insiste no avanço físico das obras e, ao mesmo tempo, organiza os investimentos em equipamentos, com o objetivo de incrementar a capacidade construtiva e diminuir o prazo dos programas que proporcionarão consideráveis volumes de alimentos.</p>
<p>O Granma Internacional teve acesso a registros dos resultados do Programa de Desenvolvimento Agropecuário Associado ao Transvase. As análises resultaram em que a partir de 2016 Mayarí, um município que apenas dava grãos, elevou em 14,7 vezes a disponibilidade desse produto necessário.</p>
<p>No caso particular do feijão e do milho, em relação ao ano 2011, cresceram 3,7 e 9,8 vezes, respectivamente.</p>
<p>Ali não existia tradição de cultura, co-lheita e processamento de arroz, o que contrasta com as mais de 1.500 toneladas vendidas, nos dois últimos anos, ao Ministério do Comércio Interior para a distribuição e venda através da cesta básica normalizada.</p>
<p>É notável que no mesmo período os rendimentos do cereal fossem, em média, 4,2 toneladas por hectare, superiores em 50% aos inscritos no estudo de factibilidade.</p>
<p>A revisão de relatórios da Empresa Açucareira Holguín revela a influência crescente do Transvase nas áreas produtoras de cana-de-açúcar dos municípios de</p>
<p>Báguanos, Banes e Cueto. A disponibilidade de água e as intenções de usá-la racionalmente instou ali à construção de modernas estações de bombeamento e a instalação de sistemas de irrigação, mediante a técnica de gotejamento subterrâneo, aos que se acrescentam máquinas elétricas de irrigação e do tipo pivô.</p>
<p>As mesmas fontes indicam que no fechamento do atual ano, o programa concebido para incrementar a irrigação nos canaviais permitirá ter em exploração cerca de 2 mil hectares.</p>
<p>Em seu contínuo avanço para o território de Las Tunas, o Transvase Leste-Oeste marca profundas pautas de desenvolvimento. Com a água também chegam outras mudanças transcendentais para o âmbito econômico e social.</p>
<p>Se alguém deseja conhecer isso, deve levar em conta a sugestão de visitar Guaro, localidade de Mayarí. Entre o feito naquele lugar, onde pouco tempo atrás tinham predomínio absoluto os trabalhos agrícolas, hoje se distinguem a usina produtora de derivados da árvore do Nim e de amendoim, gergelim e girassol, e um moinho processador de arroz, instalações que estimulam a preparação técnica e profissional de dezenas de moradores.</p>
<p>••••</p>
<p>ANTECEDENTES DO TRANSVASE:</p>
<p>Os antecedentes do Transvase Leste-Oeste se localizam na consequente política da decisão hidráulica, desenvolvida pela Revolução Cubana entre 1959 e o fim de 1980, etapa na qual a capacidade de armazenamento de água de Cuba cresceu de 29 milhões de metros cúbicos para mais de 9 bilhões.</p>
<p>Fidel sempre esteve acompanhando este assunto vital e uma vez que avaliou objetivamente os riscos e perigos da mudança climática em alarmante avanço, desenvolveu a ideia de transferir água através do território de nove províncias do oriente e centro do país. Assim, surgiu um amplo programa de investimentos para utilizar os caudais de água da Serra Maestra, o maciço montanhoso Nipe-Sagua-Baracoa e a Serra do Escambray.</p>
<p>De imediato começaram as ações a cargo de empresas do Ministério da Construção, o Instituto Nacional dos Recursos Hidráulicos e a Direção de Construções Militares. Mas a entrada na fase mais aguda do ‘Período Especial’ parou projetos e obras. Em Mayarí, Holguín e Agabama, Sancti Spíritus, registravam-se os primeiros avanços.</p>
<p>O reinício, acompanhado de uma concepção mais eficiente, ocorreu no fim de 2004. Ao avaliar as vultosas e dramáticas perdas, deixadas naquele ano pela seca nas províncias de Holguín e Camaguey, Fidel orientou ao general-de-exército Raúl Castro retomar o plano estratégico dos canais de transvase.</p>
<p>Depois das análises correspondentes, o então ministro das FARs emitiu uma diretriz para reagrupar os dirigentes fundamentais, projetos e forças que estiveram trabalhando nas obras iniciais e orientou constituir um Grupo Especial de Enfrentamento à Seca e uma Direção Integral de Projetos (DIP) que começaram a atuar a inícios de 2005.</p>
<p>A última dessas estruturas motivou o surgimento da Empresa de Serviços Engenheiros DIP-Transvases, à qual foram expostos requerimentos dos quais não se afastaram, entre eles trabalhar com os projetos criados, levar em conta o impacto ecológico e provocar o mínimo de prejuízos à população e resolvê-las o antes possível.</p>
<p>ALGUMAS DAS PRINCIPAIS OBRAS SOCIAIS</p>
<p>INDUZIDAS PELO TRANSVASE LESTE-OESTE</p>
<p>Construção de moradias nos novos assentamentos de Arroyo Seco, Las Cuevas, Seboruco, La Pedrona e La Yaya.</p>
<p>Ponte de 280 metros de comprimento que une bairros do assentamento de Arroyo Seco que tinham ficado separados pela represa Mayarí. Também restabeleceu a comunicação com o município de Segundo Front, Santiago de Cuba.</p>
<p>Construção de uma ponte em Arroyo Hondo, no polo produtivo de Chavaleta, Mayarí e mais de 50 quilômetros de caminhos.</p>
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