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	<title>Cubadebate (Português) &#187; África</title>
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		<title>Salvador Valdés Mesa e Inés María Chapman visitam países africanos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 18:32:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Salvador Valdés Mesa, começou uma visita oficial à República de Angola, onde foi recebido em audiência pelo presidente de Angola, João Lourenço, com quem trocou sobre as relações históricas entre Havana e Luanda e a decisão de continuar fortalecendo-as.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5460" alt="Salvador V Mesa" src="/files/2019/04/Salvador-V-Mesa.jpg" width="300" height="252" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Salvador Valdés Mesa, começou uma visita oficial à República de Angola, onde foi recebido em audiência pelo presidente de Angola, João Lourenço, com quem trocou sobre as relações históricas entre Havana e Luanda e a decisão de continuar fortalecendo-as.</p>
<p>Acompanhando o líder cubano estavam os companheiros Marcos Fermín Rodríguez Costa, diretor-geral de Planejamento Político do Ministério das Relações Exteriores (Minrex); a embaixadora de Cuba em Luanda, Esther Armenteros Cárdenas, e o general-de-brigada Arnaldo Tamayo Méndez, segundo publicou o site Cubaminrex.</p>
<p>Durante a permanência nessa nação irmã, Valdés Mesa participou dos atos pelo dia da libertação da África Austral, e recebeu das mãos do presidente, João Lourenço, a Ordem do Mérito Militar No. 1, na cerimônia que comemorou a vitória na batalha de Cuito Cuanavale.</p>
<p>Em uma entrevista com a Prensa Latina no aeroporto internacional, 4 de fevereiro, Valdés Mesa disse que se sentia satisfeito com os resultados da visita, onde se tornaram patentes as relações de amizade, históricas e de longa data entre os dois países e o desejo de aprofundá-las.</p>
<p>A estadia também serviu para realizar um encontro interessante com uma representação de colaboradores cubanos em Angola e o coletivo da embaixada cubana no país africano.</p>
<p>VÍNCULOS COM A NAMÍBIA</p>
<p>Salvador Valdés Mesa, primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, recebeu na chegada à Namíbia as boas-vindas de Netumbo Nandi-Ndaitwah, vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Internacionais e Cooperação daquele país.</p>
<p>Ambos lembraram a luta contra o colonialismo e a favor do princípio da autodeterminação dos povos do Terceiro Mundo, na qual Cuba teve um papel de protagonista, ao liderar inúmeros esforços para recompensar o que fizeram os africanos trazidos como escravos ao nosso continente nas lutas pela independência da nação caribenha.</p>
<p>Esta é a terceira vez que Valdés Mesa visita a Namíbia e destacou a boa atmosfera diplomática e amigável. Reafirmou a vontade da nação caribenha de oferecer apoio aos povos oprimidos do mundo, princípio presente nas ideias de José Martí e de Fidel Castro que norteiam o presente.</p>
<p>Tanto Cuba quanto a Namíbia são duas nações comprometidas em sustentar a verdadeira história da luta antirracista, já que no momento atual quer se distorcer essa façanha. «A verdade deve ir além das fronteiras e servir de exemplo para as gerações de cubanos e dos países que deram seu sangue e suas vidas pela liberdade», disse Valdés Mesa.</p>
<p>Concluiu sua visita oficial à Namíbia, após uma reunião com o presidente Hage Geingob, onde foi ratificado o excelente estado das relações políticas e de cooperação entre os dois países.</p>
<p>VICE-PRESIDENTA CUBANA VISITA A REPÚBLICA DA ÁFRICA DO SUL</p>
<p>O vice-presidenta dos Conse-lhos de Estado e de Ministros de Cuba Inés María Chapman, chegou à África do Sul em uma visita oficial, fazendo parte de uma digressão por esse continente, até 3 de Abril, que incluiu o Lesoto e Quénia.</p>
<p>De acordo com a Prensa Latina, Chapman discursou representando a Ilha maior das Antilhas na Cúpula Extraordinária da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) sobre o Sara Ocidental, em Pretória.</p>
<p>Além disso, realizou reuniões com as mais altas autoridades políticas e governamentais do país; bem como com colaboradores da Ilha nessa nação africana.</p>
<p>Sua primeira atividade oficial foi o ato de comemoração da batalha de Cuito Cuanavale, que ocorreu em 23 de março de 1988, uma data que desde o ano passado tornou-se o Dia da Libertação da África Austral.</p>
<p>O falecido líder sul-africano Nelson Mandela disse que «o povo cubano ocupa um lugar especial no coração dos povos da África».</p>
<p>A este respeito, Mandela disse que «a derrota decisiva sofrida no Cuito Cuanavale mudou a correlação de forças na região (&#8230;) A derrota decisiva das forças agressivas do apartheid destruiu o mito da invencibilidade do opressor branco».</p>
<p>A cerimónia teve lugar no histórico complexo monumental Freedom Park (Parque da Liberdade), onde em uma enorme parede de pedra estão inscritos os nomes de mais de 2 mil cubanos que morreram em defesa não só de África, mas do mundo.</p>
<p>Em 2017, os responsáveis do local decidiram também registrar o nome de Fidel Castro na parede daquele mausoléu.</p>
<p>Fontes diplomáticas classificaram o nível de amizade e colaboração entre Cuba e a África do Sul como excelente. Mais de 580 colaboradores prestam seus serviços nos setores da saúde, educação, recursos hídricos e assentamentos humanos, entre outros.</p>
<p>«EU TRAGO UMA MENSAGEM DE AMOR DE CUBA PARA A ÁFRICA»</p>
<p>«Eu trago uma mensagem de amor de Cuba para a África», disse a vice-presidenta cubana, Inés María Chapman, à chegada ao aeroporto internacional Moshoeshoe I, em Maseru, capital do Reino do Lesoto, onde foi recebida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Relações Internacionais, Lesego Makgochi, em uma cerimônia animada por um grupo de danças tradicionais.</p>
<p>A agenda da líder cubana no Lesoto, de acordo com o site Cubaminrex, incluiu reuniões com autoridades políticas e governamentais, entre elas o rei Letsie III, o primeiro-ministro Thomas Thabane, o chanceler Lesego Makgochi o ministro da Saúde, Nkaku Kabi e o presidente da Assembleia Nacional, Sephiri Motayane.</p>
<p>Além disso, ela teve reuniões com estudantes do Lesoto formados em Cuba e com os membros da Brigada Médica Cubana nesse país.</p>
<p>CONTINUAÇÃO DA TURNÊ PELA ÁFRICA</p>
<p>A vice-presidenta cubana, Inés María Chapman, viajou ao Quênia em 29 de março para fortalecer os laços que permitirão novos avanços na cooperação com Cuba.</p>
<p>Em 1o de abril, Chapman foi recebida pelo presidente dessa nação irmã, Uhuru Kenyatta, bem como por Kenneth Losaka, presidente do Senado; e Sicily Kariuky, ministra da Saúde desse paìs africano, segundo noticia a PL.</p>
<p>No final da primeira etapa de sua viagem, a vice-presidenta dos Conselhos de Estado e de Ministros afirmou que os intercâmbios que teve na África do Sul e Lesoto foram amistosos, fraternais e muito cordiais.</p>
<p>Em uma entrevista com a Prensa Latina, a vice-presidenta disse que houve contato com a história dos dois países, com seus governos e seus parlamentos e, igualmente, com destaque para o encontro com Blade Nzimande, secretário-geral do Partido Comunista da África do Sul, e outros líderes da organização.</p>
<p>Em todos os casos «é uma evidência clara e transparente de quanto nos amamos e quanta fraternidade existe entre Cuba e os povos da África», disse.</p>
<p>Acerca da visita ao Lesotho comentou que um resultado da cooperação em breve será o aumento do número de médicos da brigada que oferece serviços naquele país, e que a «boa opinião sobre o trabalho dos funcionários tem fortalecido o sistema saúde nesses países, a partir da preparação de novos médicos e especialistas».</p>
<p>Um dos elementos destacados pela vice-presidenta é que, nos dois países, foram reiteradas as expressões de «apoio à luta contra o bloqueio» imposto a Cuba por sucessivos governos norte-americanos ao longo de quase seis décadas.</p>
<p>«Onde quer que tenhamos chegado, foi-nos dito que apoiam Cuba em sua firmeza, integridade e dignidade», acrescentou, insistindo que os colaboradores são os portadores dessas qualidades.</p>
<p>Chapman ressaltou que muitos lembram com gratidão a contribuição decisiva de Cuba para a vitória na batalha de Cuito Cuanavale, em 23 de março de 1988, e o que isso representa para os povos da África.</p>
<p>A vice-presidenta Inés María Chapman ratificou o princípio de que Cuba compartilha o que tem e reconheceu «que sermos solidários é estar pagando nossa própria dívida para com a humanidade».</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Saberemos ser capazes de seguir seu exemplo!</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:17:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SEMPRE teve profunda significação para todos os cubanos a data memorável em que morreu, junto a seu jovem ajudante, o mais ilustre de nossos soldados, Antonio Maceo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5299" alt="Dia martires angola" src="/files/2018/12/Dia-martires-angola.jpg" width="300" height="234" />SEMPRE teve profunda significação para todos os cubanos a data memorável em que morreu, junto a seu jovem ajudante, o mais ilustre de nossos soldados, Antonio Maceo.</p>
<p>Ao escolher esta data para dar sepultura aos restos de nossos heróicos combatentes internacionalistas caídos em diversas partes do mundo, fundamentalmente na África, de onde vieram os antepassados de Maceo e uma parte substancial de nosso sangue, o dia 7 de dezembro vai se converter em dia de recordação para todos os cubanos que deram sua vida não só em defesa de sua Pátria, mas também da humanidade. Deste modo, o patriotismo e o internacionalismo, dois dos mais belos valores que tem sido capaz de criar o homem, vão se unir para sempre na história de Cuba.</p>
<p>Há acontecimentos históricos que nada ou ninguém poderá apagar. Há exemplos revolucionários que os melhores homens e mulheres das futuras gerações, dentro e fora de nossa Pátria, não poderão esquecer.</p>
<p>Os comunistas cubanos e os milhões de combatentes revolucionários que integram as fileiras de nosso heróico e combativo povo, saberemos cumprir o papel que nos atribua a história, não só como primeiro Estado socialista no hemisfério ocidental, mas também como defensores inclaudicáveis na primeira linha da nobre causa dos humildes e explorados deste mundo.</p>
<p>Nunca temos aspirado a que nos entreguem a custódia das gloriosas bandeiras e os princípios que o movimento revolucionário soube defender ao longo de sua heróica e bela história, mas se o destino nos atribuísse o papel de ficar um dia entre os últimos defensores do socialismo, em um mundo onde o império ianque conseguisse encarnar os sonhos de Hitler de dominar o mundo, saberíamos defender até a última gota de sangue este baluarte.</p>
<p>Estes homens e mulheres aos que hoje damos honrosa sepultura na cálida terra que os viu nascer, morreram pelos mais sagrados valores de nossa história e de nossa Revolução (&#8230;) Saberemos ser capazes de seguir seu exemplo!</p>
<p>Fonte: Discurso proferido no ato de despedida de dos internacionalistas mortos durante o cumprimento de honrosas missões militares e civis, em El Cacahual, em 7 de dezembro de 1989.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Chanceler de Gana cumpre agenda em Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 18:22:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ministra de Relações Exteriores e Integração Regional de Gana, Shirley Ayorkor Botchwey, cumpre a partir de hoje uma ampla agenda em Cuba, que inclui a assinatura de um acordo interchancelarias. Na jornada, Botchwey conversará com seu homólogo anfitrião, Bruno Rodríguez, na sede da chancelaria, onde participará também na cerimônia de assinatura do Acordo para Consultas Diplomáticas Regulares entre as partes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5207" alt="cancillerganha" src="/files/2018/09/cancillerganha.jpg" width="300" height="253" />A ministra de Relações Exteriores e Integração Regional de Gana, Shirley Ayorkor Botchwey, cumpre a partir de hoje uma ampla agenda em Cuba, que inclui a assinatura de um acordo interchancelarias.</p>
<p>Na jornada, Botchwey conversará com seu homólogo anfitrião, Bruno Rodríguez, na sede da chancelaria, onde participará também na cerimônia de assinatura do Acordo para Consultas Diplomáticas Regulares entre as partes.</p>
<p>Enquanto amanhã prestará homenagem ao líder independentista ganense Kwame Nkrumah, no parque dos Próceres africanos, nesta capital.</p>
<p>Cuba e Gana apostam pelo fortalecimento de seus vínculos, que receberam um impulso em fevereiro deste ano com a visita ao país africano da então vice-presidenta do Conselho de Estado Mercedes López.</p>
<p>Ambas nações estabeleceram relações diplomáticas em 23 de dezembro de 1959, como resultado do histórico encontro sustentado pelos então premiês Kwame Nkrumah e o Comandante em Chefe Fidel Castro, no hotel Theresa, do bairro afro-americano de Harlem, em Nova Iorque.</p>
<p>Gana &#8211; que é fronteiriça ao norte com Burkina Faso, ao leste com Togo, ao oeste com Costa do Marfim e o sul do país é banhado pelas águas do Golfo da Guiné &#8211; foi a primeira nação da África Subsaariana a estabelecer relações diplomáticas com a maior das Antilhas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>A REUNIÃO DO G-20</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:32:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poderia alguém esquecer que Estados Unidos foi o país que impediu o Acordo de Quioto quando dispunha de um pouco mais de tempo para impedir uma catástrofe com a mudança climática que se está produzindo a olhos vista? Nos dias 28 e 29 do mês de outubro que acaba de transcorrer, houve outra reunião de Chefes de Estados e Governos que integram a Comunidade de Países Ibero-americanos. Entre as calamidades que tiveram que suportar os povos de fala espanhola e portuguesa, está o fato de ser a região do mundo com mais desigualdade na distribuição das riquezas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã começa a reunião do G-20, isto é, a dos países mais desenvolvidos e ricos do planeta: os Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha, a Grã-Bretanha, a França, a Itália e a União Européia como entidade à parte com direito a participar; são os baluartes fundamentais da NATO mais seus aliados o Japão, a Coréia do Sul, a Austrália e a Turquia em seu duplo aspecto de país em desenvolvimento e membro da NATO, bem como Arábia Saudita ―um gigantesco depósito de petróleo ligeiro nas mãos das transnacionais de ocidente, que tiram dali 9,4 milhões de barris diários, cujo valor ao preço atual ascende a um bilhão de dólares cada dia― em um lado da mesa, e no outro, um grupo de países com crescente peso econômico e político, que de fato se convertem, pelo número de seus habitantes e seus recursos naturais, em uma expressão dos interesses da majoria de nosso sofrido e pilhado mundo: a República Popular China, a Federação Russa, a Índia, a Indonésia, a África do Sul, o Brasil, a Argentina e o México.</p>
<p>A Espanha, também aliado da NATO, á apenas “país convidado”.</p>
<p>Trata-se duma reunião entre os grandes produtores de maquinarias e artigos industriais e os grandes fornecedores de matérias-primas que ao longo de meio milênio depois da conquista, foram colônias européias e no último século os forneciam de produtos agrícolas, minerais e recursos energéticos, vítimas de uma despiedosa troca desigual.</p>
<p>Este obscuro período da história vem acontecendo desde que os descendentes das tribos bárbaras que povoaram a Europa, “descobriram” e conquistaram este hemisfério armados de espadas, balestras e arcabuzes.</p>
<p>“Os descobridores”, tão apologizados pelo chamado mundo ocidental, como se no continente não vivesse uma parte da humanidade havia 40 mil anos, albergavam o propósito de procurar uma rota mais curta para o comércio com a China.</p>
<p>Naquele país, do qual possuíam antecedentes através dos comerciantes de seda e doutros valiosos produtos cobiçados pela aristocracia e pela nascente burguesia européia, haveriam encontrado uma fabulosa civilização possuidora de linguagem escrita, arte refinada, agricultura, metais, pólvora e avançados princípios de organização política e militar, incluídos exércitos com dezenas ou talvez centenas de milhares de soldados de cavalaria.</p>
<p>Estavam a ponto de soçobrar quando nas proximidades de Cuba, encontraram terra. Pouco depois Colombo tomou posse da nossa ilha em nome do Rei da Espanha. Teria podido fazer isso se realmente chega à China, como era seu propósito? Seu erro custou a este hemisfério dezenas de milhões de vidas que se perderam como conseqüência da partilha da América, em virtude de uma bula papal entre dois reinos da península Ibérica, nos constantes conflitos de sua nobreza medieval.</p>
<p>A conquista e a procura de ouro e prata custou, como apontava o genial pintor indígena Oswaldo Guayasamín, 70 milhões de vidas aos que habitavam o hemisfério, berço de importantes civilizações.</p>
<p>África negra também pode falar do que significou aquela conquista para milhões de seus filhos, arrancados e vendidos como escravos neste hemisfério.</p>
<p>A oligarquia multimilionária, cujos Chefes de Estados ou Governos se reunirão em Cannes com os representantes de quase 6 bilhões de habitantes que aspiram a uma existência digna para seus povos, deveriam meditar sobre estas realidades.</p>
<p>Aqueles países pretendem monopolizar as tecnologias e os mercados através das patentes, dos bancos, dos meios mais modernos e custosos de transporte, da dominação cibernética dos processos produtivos complexos, do controle das comunicações e da mídia para enganar o mundo.</p>
<p>Agora que os habitantes do planeta somam 7 bilhões, os estados que representam só uma de cada sete pessoas, as quais, julgando pelos protestos maciços na Europa e nos Estados Unidos não estão muito felizes, colocam em risco a sobrevivência da nossa espécie.</p>
<p>Poderia alguém esquecer que Estados Unidos foi o país que impediu o Acordo de Quioto quando dispunha de um pouco mais de tempo para impedir uma catástrofe com a mudança climática que se está produzindo a olhos vista?</p>
<p>Nos dias 28 e 29 do mês de outubro que acaba de transcorrer, houve outra reunião de Chefes de Estados e Governos que integram a Comunidade de Países Ibero-americanos. Entre as calamidades que tiveram que suportar os povos de fala espanhola e portuguesa, está o fato de ser a região do mundo com mais desigualdade na distribuição das riquezas.</p>
<p>O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla viajou da reunião da ONU em Nova Iorque sobre o bloqueio a Cuba, para a capital do Paraguai, onde essa reunião foi realizada. Ali foram ditas coisas de muita importância relativamente à crise que abala a Comunidade Européia.</p>
<p>O novo Primeiro-ministro de Portugal verteu sua amargura para com a União Européia, quando afirmou que ela ficou exausta e sem fundos com o resgate de magnitude recorde destinado à Grécia. Poderia encarar uma crise em Portugal mas ficaria na falência, impossibilitada de socorrer Itália, a sétima economia mundial, o que arrastraria a França, em cujos bancos se acumula a maior parte da dívida italiana.</p>
<p>Os líderes ibéricos duvidam que o compromisso assumido com a Grécia seja cumprido, e caso não se cumprir agouram uma crise mais prolongada que a de 1929.</p>
<p>Hoje de manhã os telexes informavam das duras conseqüências das chuvas nunca vistas na Tailândia, o maior exportador de arroz, cujas vendas se reduzirão de 25 milhões de toneladas para 19.</p>
<p>Em câmbio, notícias de que a China incrementava para quase 5 milhões de toneladas a produção de cobre metálico, surtiu efeitos consideráveis.</p>
<p>Contudo, enquanto os Estados Unidos conservam intacto o poder de veto no Fundo Monetário Internacional, à China é-lhe negado nesse organismo o simples direito de aprovar o Iuane como moeda convertível. Quanto tempo durará essa tirania?</p>
<p>É através desse prisma que devemos analisar cada palavra que seja pronunciada na Reunião de Cúpula do G-20.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-de-fidel-2-de-noviembre-de-2011-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>2 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 20h54.</strong></p>
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