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	<title>Comentarios en: Os tempos difíceis da humanidade</title>
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		<title>Por: martinho júnior</title>
		<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2012/03/28/os-tempos-dificeis-da-humanidade/#comment-185</link>
		<dc:creator><![CDATA[martinho júnior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 14:27:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[IMPRESCINDÍVEIS.


Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis

Bertold Brecht.


É importante lembrar este poema sintético e universal, um poema que é uma máxima para aqueles que se devotaram por inteiro em vida à causa prioritária do homem, perseguindo o respeito pela natureza e para com a Mãe Terra. 

É também sensível, por que nos toca racional e emocionalmente, em especial àqueles que procuram equacionar a sua conduta enquanto vivos por padrões éticos e morais que se atrevem a ser cada vez mais alternativos perante aqueles que regem o padrão nos actuais processos de globalização, eminentemente capitalistas, neo liberais, repletos de ingerências sangrentas e contra natura…

(...)

Defender esse papel de Cuba perante as situações que conformam os parâmetros da IIIª Guerra Mundial em curso, era além de ser prova de lucidez, uma prova plena de sentido de responsabilidade e de saudável oportunidade.

O Vaticano pela voz do seu Papa parece não ter chegado aí, talvez por causa de seus próprios atavismos e fantasmas, talvez com receio de isso parecer “radical”, talvez também por que os padrões por que se rege estejam no fundo muito mais próximos dos poderosos da terra do que dos “deserdados”!

Isto quer dizer que é necessário continuar a luta por uma humanidade muito mais equilibrada e feliz, muito menos subdesenvolvida!

Acho que ainda como Bertold Brecht:

Nada é impossível de mudar

Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. 
E examinai, sobretudo, o que parece habitual. 
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.

Martinho Júnior
Luanda.
30 de Março de 2012]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>IMPRESCINDÍVEIS.</p>
<p>Há homens que lutam um dia, e são bons;<br />
Há outros que lutam um ano, e são melhores;<br />
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;<br />
Porém há os que lutam toda a vida<br />
Estes são os imprescindíveis</p>
<p>Bertold Brecht.</p>
<p>É importante lembrar este poema sintético e universal, um poema que é uma máxima para aqueles que se devotaram por inteiro em vida à causa prioritária do homem, perseguindo o respeito pela natureza e para com a Mãe Terra. </p>
<p>É também sensível, por que nos toca racional e emocionalmente, em especial àqueles que procuram equacionar a sua conduta enquanto vivos por padrões éticos e morais que se atrevem a ser cada vez mais alternativos perante aqueles que regem o padrão nos actuais processos de globalização, eminentemente capitalistas, neo liberais, repletos de ingerências sangrentas e contra natura…</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Defender esse papel de Cuba perante as situações que conformam os parâmetros da IIIª Guerra Mundial em curso, era além de ser prova de lucidez, uma prova plena de sentido de responsabilidade e de saudável oportunidade.</p>
<p>O Vaticano pela voz do seu Papa parece não ter chegado aí, talvez por causa de seus próprios atavismos e fantasmas, talvez com receio de isso parecer “radical”, talvez também por que os padrões por que se rege estejam no fundo muito mais próximos dos poderosos da terra do que dos “deserdados”!</p>
<p>Isto quer dizer que é necessário continuar a luta por uma humanidade muito mais equilibrada e feliz, muito menos subdesenvolvida!</p>
<p>Acho que ainda como Bertold Brecht:</p>
<p>Nada é impossível de mudar</p>
<p>Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.<br />
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.<br />
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.</p>
<p>Martinho Júnior<br />
Luanda.<br />
30 de Março de 2012</p>
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