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	<title>Comentarios en: Como a al-Qaeda chegou ao poder em Trípoli</title>
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		<title>Por: martinho júnior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[martinho júnior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 11:49:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A &quot;OBAMA DOCTRINE&quot; A PLENO VAPOR.

(...)

- Introduzir de forma tão difusa quanto o possível as tecnologias que permitem substituir o homem nos teatros de operações e mobilizá-los nos impactos sociais, como por exemplo os “drones”, com prioridade ali onde há esforço militar, visando ao mesmo tempo diminuir as baixas próprias em combate, tentar aumentar a precisão dos golpes e preparar melhor a passagem do esforço militar para o esforço de inteligência, o que inclui a vigilância sobre seus próprios agentes e aliados-fantoches.

- Gerar um aumento de capacidade de forças especiais com possibilidade de actuação “deep inside” no corpo dos alvos, a fim de melhorar as “performances” das novas tecnologias de guerra de comunicação e de ligação; é imprescindível localizar, qualificar e quantificar os alvos, a fim de melhor estudar que tipo de meios se vão utilizar para os neutralizar, ou destruir, ou como se vai dirigir as acções, incluindo as que têm a capa duma “rebelião”.

- Decapitar os grupos terroristas radicais como a AL QAEDA, a fim de, acoplando suas células ao uso de forças especiais, participarem enquanto agentes nos teatros de operações que se transformaram em alvos dos interesses, das conveniências e das rapinas, conforme ao caso da Líbia e do que indicia estar em curso já na Argélia e na Nigéria, a uma escala menor do que se indicia na Síria.

(...)

Martinho Júnior

Luanda.

http://paginaglobal.blogspot.com/2011/08/rapidinhas-do-martinho-35.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;OBAMA DOCTRINE&#8221; A PLENO VAPOR.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>- Introduzir de forma tão difusa quanto o possível as tecnologias que permitem substituir o homem nos teatros de operações e mobilizá-los nos impactos sociais, como por exemplo os “drones”, com prioridade ali onde há esforço militar, visando ao mesmo tempo diminuir as baixas próprias em combate, tentar aumentar a precisão dos golpes e preparar melhor a passagem do esforço militar para o esforço de inteligência, o que inclui a vigilância sobre seus próprios agentes e aliados-fantoches.</p>
<p>- Gerar um aumento de capacidade de forças especiais com possibilidade de actuação “deep inside” no corpo dos alvos, a fim de melhorar as “performances” das novas tecnologias de guerra de comunicação e de ligação; é imprescindível localizar, qualificar e quantificar os alvos, a fim de melhor estudar que tipo de meios se vão utilizar para os neutralizar, ou destruir, ou como se vai dirigir as acções, incluindo as que têm a capa duma “rebelião”.</p>
<p>- Decapitar os grupos terroristas radicais como a AL QAEDA, a fim de, acoplando suas células ao uso de forças especiais, participarem enquanto agentes nos teatros de operações que se transformaram em alvos dos interesses, das conveniências e das rapinas, conforme ao caso da Líbia e do que indicia estar em curso já na Argélia e na Nigéria, a uma escala menor do que se indicia na Síria.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Martinho Júnior</p>
<p>Luanda.</p>
<p><a target="_blank" rel="nofollow" href="http://paginaglobal.blogspot.com/2011/08/rapidinhas-do-martinho-35.html" rel="nofollow">http://paginaglobal.blogspot.com/2011/08/rapidinhas-do-martinho-35.html</a></p>
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