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	<title>Comentarios en: Kadafi afirma que continuará luta contra a agressão</title>
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		<title>Por: natan</title>
		<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2011/08/24/kadafi-afirma-que-continuara-luta-contra-agressao/#comment-44</link>
		<dc:creator><![CDATA[natan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 18:14:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[KADAFFI AGUENTOU ATÉ DEMAIS, HOMEM GUERREIRO, LUTOU POR 6 MESES CONTRA OS ESTADOS UNIDOS E SEUS RECURSOS INFINITOS, SUAS BOMBAS, TANQUES, NAVIOS, JATOS,


A LÍBIA NÃO LUTOU CONTRA KADAFFI, FOI OS EUA!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>KADAFFI AGUENTOU ATÉ DEMAIS, HOMEM GUERREIRO, LUTOU POR 6 MESES CONTRA OS ESTADOS UNIDOS E SEUS RECURSOS INFINITOS, SUAS BOMBAS, TANQUES, NAVIOS, JATOS,</p>
<p>A LÍBIA NÃO LUTOU CONTRA KADAFFI, FOI OS EUA!</p>
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		<title>Por: martinho júnior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[martinho júnior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:47:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A VINGANÇA “AFRICOM”.


África está a pagar, em função do caso da Líbia, o seu tributo de submissão por ter até hoje inviabilizado que a sede do AFRICOM, uma das últimas “heranças” de George W. Bush, tenha sido transferida para o continente.

Todas as missões que foram enviadas pela Unidade Africana à região, no sentido de se encontrarem plataformas de diálogo para a Líbia, evitando a efusão de sangue em mais uma dilacerada latitude do continente, esbarraram na “pétrea” posição dos rebeldes: missão africana alguma foi recebida por eles em Benghazi ou em qualquer outra parte e nunca houve vontade de se enveredar por outra opção que não fosse o uso das armas para a conquista do poder e, com isso, estabelecer o figurino dos interesses do quadro da hegemonia.

Mesmo as iniciativas do Presidente Sul Africano Jacob Zuma para chegar a Tripoli, foram sempre condicionadas às agendas militares da OTAN relativas à abertura ou não do espaço aéreo. 

Pelo contrário, foram sempre bem sucedidos os contactos dos rebeldes com os estados europeus seus tutores, particularmente os que se vinculam à OTAN, garantes do êxito de sua própria instalação no poder em Tripoli pela via das armas.

Dos países que foram reconhecendo os rebeldes, a maior parte são europeus e monarquias árabes.

Martinho Júnior.

Luanda.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A VINGANÇA “AFRICOM”.</p>
<p>África está a pagar, em função do caso da Líbia, o seu tributo de submissão por ter até hoje inviabilizado que a sede do AFRICOM, uma das últimas “heranças” de George W. Bush, tenha sido transferida para o continente.</p>
<p>Todas as missões que foram enviadas pela Unidade Africana à região, no sentido de se encontrarem plataformas de diálogo para a Líbia, evitando a efusão de sangue em mais uma dilacerada latitude do continente, esbarraram na “pétrea” posição dos rebeldes: missão africana alguma foi recebida por eles em Benghazi ou em qualquer outra parte e nunca houve vontade de se enveredar por outra opção que não fosse o uso das armas para a conquista do poder e, com isso, estabelecer o figurino dos interesses do quadro da hegemonia.</p>
<p>Mesmo as iniciativas do Presidente Sul Africano Jacob Zuma para chegar a Tripoli, foram sempre condicionadas às agendas militares da OTAN relativas à abertura ou não do espaço aéreo. </p>
<p>Pelo contrário, foram sempre bem sucedidos os contactos dos rebeldes com os estados europeus seus tutores, particularmente os que se vinculam à OTAN, garantes do êxito de sua própria instalação no poder em Tripoli pela via das armas.</p>
<p>Dos países que foram reconhecendo os rebeldes, a maior parte são europeus e monarquias árabes.</p>
<p>Martinho Júnior.</p>
<p>Luanda.</p>
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