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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Iroel Sanchez</title>
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		<title>Rafael Correa sofre provocação nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 13:17:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iroel Sanchez]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente equatoriano Rafael Correa visitou nestes dias Nova Iorque, em função da Assembléia Geral das Nações Unidas. A comunidade de equatorianos de Union City – que fica do outro lado do rio Hudson e pertence ao estado de Nova Jersey – aproveitou a presença do presidente latino-americano para convidá-lo para um ato em uma instituição educativa dessa cidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2283" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-2283" src="/files/2011/09/Correa_Evo_Hugo.jpg" alt="" width="300" height="250" /><p class="wp-caption-text">Esse homens promeovem terrorismo no mundo? Fala sério!</p></div>
<p>O presidente equatoriano Rafael Correa visitou nestes dias Nova Iorque,   em função da Assembléia Geral das Nações Unidas. A comunidade de   equatorianos de Union City – que fica do outro lado do rio Hudson e   pertence ao estado de Nova Jersey – aproveitou a presença do presidente   latino-americano para convidá-lo para um ato em uma instituição   educativa dessa cidade.</p>
<p>No entanto, o prefeito Brian Stack, de Union City, declarou “non  grata” a  presença de Correa em sua comunidade, alegando que este possui  vínculos  com líderes “cujas ideologias promovem a violência e a  opressão”.</p>
<p>Em uma matéria da agência EFE, Stack entregou um comunicado,  atribuindo  sua conduta às “pressões dos exilados cubanos”, e os  “exilados cubanos”  não são qualquer coisa em Union City.</p>
<p>Segundo testemunhou no julgamento de Luis Posada Carriles, em março   passado, o oficial do FBI Omar Vega disse que os atentados com bomba em   instalações turísticas de Havana, em 1997, que custaram a vida do   turista italiano Fabio di Celmo, foram financiados em Union City.</p>
<p>Luis Posada Carriles é acusado por vários crimes na Venezuela,  incluindo  a derrubada de um avião civil cubano em que morreram 73  pessoas;  cumpriu pena no Panamá por tentar assassinar o presidente  cubano Fidel  Castro; e recentemente propôs a via armada para derrubar o  governo  cubano.</p>
<p>Omar Vega mostrou ao jurado da cidade de El Paso os pagamentos que os   colaboradores de Posada Carriles em Union City enviaram à Guatemala a  um  outorgado chamado José Alvarez. Um fax utilizado como prova da corte  no  processo, e assinado por Posada com o pseudônimo de “Solo”, indicou   José Alvarez que recebeu quatro transferências no valor de $800 cada,   enviadas de Union City por Pedro Pérez, Abel Hernández, José e Rubén   Gonzalo. Os detalhes e documentos sobre o tema estão em “la crônica”   (http://www.cubadebate.cu/noticias/2011/03/04/diario-de-el-paso-prueba-el-fbi-las-razones-de-cuba/)   que o advogado José Pertierra, representante no julgamento do governo   venezuelano – que reclama a extradição de Posada – escrevera para o   sítio Cubadebate.</p>
<div><ins><ins></ins></ins></div>
<p>O  dinheiro dos atentados saia de Arnold Fashions, uma loja de roupa   feminina em Union City de propriedade de Arnaldo Monzón Plasencia, que   foi um importante doador das campanhas políticas do senador   norte-americano Robert Menéndez, ex-prefeito de Union City. O contador   de Monzón, chamado Oscar de Rojas, testemunhou sobre os envios de   dinheiro a Posada no julgamento contra ele.</p>
<p>Um informe do governo cubano assinala Monzón como autor intelectual e   financeiro de um plano para assassinar o presidente cubano Fidel  Castro e  de um frustrado atentado contra o cabaré Tropicana, em Cuba.  Monzón  faleceu em 2000 e Menéndez assistiu seu funeral e o qualificou  como um  amigo. Parece ser costume em Union City a complacência da  prefeitura com  os terroristas. O senador Menéndez, ocupando o cargo que  hoje tem  Stack, saiu em defesa de Eduardo Arocena, condenado nos EUA  por  assassinato de um diplomata cubano.</p>
<p>“É evidente que o presidente Correa está associado com Fidel e Raúl   Castro e Hugo Chávez, e esses vínculos com este tipo de regime envia uma   mensagem terrível ao mundo”, afirmou o prefeito Brian Stack em seu   comunicado, mas talvez o lado terrível de Union City – com importante   influência desta prefeitura – se sente mais a vontade com outro tipo de   convidados.</p>
<p>Um relatório do sítio Contrainjerencia ilustra com várias fotos a   triunfal presença, em 17 de maio, de Luis Posada Carriles em Union City,   West Nova Iorque e Nova Iorque, em que o notório terrorista celebrou   com vários de seus amigos a sua absolvição no julgamento de El Paso. Nas   fotos, publicadas por Contrainjerencia, Posada está acompanhado de   vários ilustres cidadãos de Union City como Rubén Gonzalo e Abel   Hernández que, segundo o FBI, enviaram o dinheiro para os atentados com   bomba de 1997 em Havana.</p>
<p>Contrainjerencia assinala a presença do senador Robert Menendez e do   representante do 13º Distrito Albio Sires, no restaurante Marinero  Grill  de West Nova Iorque, “durante uma assembléia de notórios  terroristas da  ‘região Norte’ e de cabeças da máfia cubano-americana de  Miami,  convocada para celebrar o indulto do terrorista internacional”  Posada  Carriles. Serão estes personagens os autores das “pressões de  exilados  cubanos” que declararam pessoa “non grata” o presidente Correa  em Union  City?</p>
<p>Quantas pessoas teriam que assassinar Rafael Correa para serem  aceitas  em Union City por indivíduos como Hernández e Gonzalo? Os  equatorianos  que residem em Union City, sem o poder econômico e  político que tem os  personagens vinculados ao terrorismo dessa cidade,  não podem receber seu  presidente porque este mantém relações amigáveis  com o governo que  esses indivíduos pretendem derrotar violentamente?</p>
<p>A obsessão do lobby anticubano no Congresso dos EUA – em que Siles e   Menéndez são membros notáveis – contra a Alba e por causar danos às   relações do governo de Barack Obama contra as nações que a integram pode   ter derivado mais que uma declaração de pessoa “non grata”. Pagar e   executar atos terroristas em instituições educativas é o que os   extremistas de Union City gostam de fazer, e já tentaram com Posada   Carriles no auditório da Universidade do Panamá, em 2000, na visita do   presidente Fidel Castro para participar do X Encontro Iberoamericano.</p>
<p><em>* Tradução de Sandra Luiz Alves.</em></p>
<p><em>(<a href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/2011/09/23/lo-de-union-city-contra-rafael-correa-pudo-ser-peor/" rel="nofollow" target="_blank"  ><strong>La Pupila Insomne</strong></a>)<br />
</em></p>
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		<title>O oportunismo de Yoani Sánchez</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 20:59:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iroel Sanchez]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[Se "o oportunismo calou fundo o país", os que atuam como Yoani Sánchez levaram a maior parte, atuando "de acordo como sopra o vento' dos dólares que recebem por agradar ao Tio Sam. Embora a entrevista tenha o dramático nome de "Cuba: últimas imagens do naufrágio", é a credibilidade da senhora Sánchez que não tem mais remédio, após as referidas revelações de Wikileaks. Certamente, o entrevistador relata que falaram "sem medo" e deve ser por isto que a palavra Wikileaks não aparece em nenhuma parte...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Iroel Sánchez</strong></p>
<p><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/" >(La Pupila Insomne</a>)</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2259" src="/files/2011/09/Dinero.jpg" alt="" width="300" height="250" />A multipremiada blogueira Yoani Sánchez acrescentou novas pérolas ao  ciberbestiário, conforme o apresentado em sua antológica entrevista ao  historiador francês Salim Lamrani [*].</p>
<p>Em diálogo com o jornal porto-riquenho El Nuevo Dia, a senhora Sánchez  investe contra o povo cubano, a quem atribui o comportamento daqueles  que, como ela, só pensam com o bolso:</p>
<p>&#8220;Digamos que haja uns 10% de pessoas que acreditam realmente no sistema,  que estão próximos aos governantes. Há uns 10% no outro extremo, que  acreditam que é preciso ser completamente desmontado. Em média, uns 80%  que se move de um lado para outro, segundo sopra o vento, porque o  oportunismo penetrou muito fundo no país. Se amanhã Raúl Castro disser  que os salários vão ser aumentados em 40 pesos cubanos, esses 80%  estarão com os 10% que aplaudem; se depois de amanhã, Castro disser que o  café não será mais puro, mas misturado com grão-de-bico, esses 80%  passarão para outro lado&#8221;.</p>
<p>Ao que parece, preocupada em perder destaque na imprensa da metrópole,  após documentos revelados por Wikileaks, que demonstraram sua  subordinação ao governo dos Estados Unidos, esta pessoa agora deprecia  seus compatriotas diante de um jornal da colônia que os EUA mantêm no  Caribe.</p>
<p>Para maior subserviência, ela se declara a serviço de quem usurpou a  independência do povo de Porto Rico e quer converter Cuba em uma colônia  estadunidense.</p>
<p>Se &#8220;o oportunismo calou fundo o país&#8221;, os que atuam como Yoani Sánchez  levaram a maior parte, atuando &#8220;de acordo como sopra o vento&#8217; dos  dólares que recebem por agradar ao Tio Sam.</p>
<p>Embora a entrevista tenha o dramático nome de &#8220;Cuba: últimas imagens do  naufrágio&#8221;, é a credibilidade da senhora Sánchez que não tem mais  remédio, após as referidas revelações de Wikileaks. Certamente, o  entrevistador relata que falaram &#8220;sem medo&#8221; e deve ser por isto que a  palavra Wikileaks não aparece em nenhuma parte&#8230;</p>
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		<title>Um mártir da “informação verdadeira”</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 00:49:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iroel Sanchez]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[El País]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Prisa]]></category>
		<category><![CDATA[SINA]]></category>

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		<description><![CDATA[O diário espanhol El País, do Grupo Prisa, publicou editorial com o título “Ordem para calar”  – e tentou transformar seu ex-correpondente em Cuba, Mauricio Vicent, em um mártir da liberdade de expressão. O editorial acusa o governo cubano – que decidiu não renovar a credencial de Vicent como correspondente do El País na Ilha – de pretender privar de “uma informação verdadeira e comprovada” os que têm interesse pela realidade da nação caribenha.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2207" src="/files/2011/09/el-pais-diario-portada-1.png" alt="" width="300" height="250" />O diário espanhol El País, do Grupo Prisa, publicou editorial com o título “Ordem para calar” (1) – e tentou transformar seu ex-correpondente em Cuba, Mauricio Vicent, em um mártir da liberdade de expressão.</p>
<p>O editorial acusa o governo cubano – que decidiu não renovar a credencial de Vicent como correspondente do El País na Ilha – de pretender privar de “uma informação verdadeira e comprovada” os que têm interesse pela realidade da nação caribenha.</p>
<p>Contudo, não existiu mentira, calúnia ou campanha midiática contra Cuba que Mauricio Vicent não tenha colocado sua assinatura. De fato, um de seus principais destaques deste ano foi o lançamento infundado da notícia “morre dissidente após ser golpeado pela polícia”, mentira desmascarada por médicos, testemunhas e familiares da suposta vítima (2). Após quatro meses de seu artigo “verdadeiro” ainda estava sem escrever uma palavra.</p>
<p>Mas, além dos temas estritamente políticos, vale um par de pérolas para apreciar a informação “verdadeira e comprovada” do senhor Vicent sobre Cuba.</p>
<p>Em 11 de junho passado, contando sobre a visita à Ilha do vice-presidente chinês, Mauricio Vicent escreveu: “há planos para realizar a remodelação e ampliação da capacidade da refinaria de Matanzas” (3). Surpreendente! Permanecendo por mais de 20 anos na Ilha, não foi possível ao correspondente do El País interar-se de que em toda a província cubana de Matanzas jamais existiu uma refinaria.</p>
<p>Em agosto de 2010, a propósito de uma de suas obsessões – a morbidade com a saúde de Fidel –, Vicent deu a seus leitores uma obviedade que revela seu profundo desconhecimento de nosso país e a carência do mais elementar sentido comum: “o sangramento foi tão severo que precisou ser traslado a Havana em uma aeronave” (4) (desde Holguín), como se a maneira utilizada fosse diferente – em pleno século XXI e tratando-se de um chefe de estado – para percorrer cerca de 1.000km que separam as duas cidades.</p>
<p>E assim poderíamos seguir até o infinito com as façanhas jornalísticas do mártir do Prisa, o grupo midiático que dispensará 2.500 trabalhadores e que conta com a exclusão de figuras como o ensaísta Ignácio Ramonet, o escritor Alfonso Satre, o crítico literário Ignácio Echeverría e, mais recentemente, o jornalista Carlos Carnicero.</p>
<p>Juan Cruz, da editora Alfaguara– também de propriedade do Prisa – alguém que assina como sendo responsável pela proibição de publicar escritores residentes em Cuba e habitual responsável pelas campanhas contra a Ilha, escreveu em seu blog sobre o trabalho de Vicent: “Sua informação foi vital para entendermos a evolução social em Cuba”.</p>
<p>E talvez sem saber, Cruz nos deu a chave para compreender por que há algum tempo o mesmo cometeu o absurdo de confundir Elpidio Valdés (5) – um dos personagens mais populares do imaginário cubano – com um vampiro. Parece que de tanto ler os despachos de seu admirado colega foi capaz de ter tantos efeitos divertidos como esse.</p>
<p>Assim, graças a uma nota sem assinatura, o artigo de Juan Cruz, o combativo editorial do Prisa e o protesto dessa filial da CIA que são os Repórteres sem Fronteira, Mauricio Vicent ascendeu a mártir do jornalismo, como entendem as transnacionais da informação. Na mídia, explodiu as escandalosas revelações do Wikileaks (6) sobre Yoani Sánchez, o monstro de Frankenstein que Vicent ajudou a construir e que há algum tempo vinha afastando, cada vez mais, de suas escassas coberturas. Nós perguntamos se todo este escândalo não é precisamente para ocultar o que o El País – titular dos cabos do Departamento de Estado desde o final de 2010 – já sabia há algum tempo.</p>
<p>Dizem que ninguém sabe para quem trabalha, mas pelo menos Mauricio teve o privilégio de descobrir, após ter cumprido disciplinadamente a “Ordem para calar” sobre esse e muitos outros assuntos.</p>
<p>1- “Orden de callar”: http://www.elpais.com/articulo/opinion/Orden/callar/elpepiopi/20110906elpepiopi_1/Tes</p>
<p>2- http://lapupilainsomne.wordpress.com/2011/05/12/testigos-y-familiares-de-soto-garcia-desmienten-campana-mediatica/</p>
<p>3- http://www.elpais.com/articulo/internacional/Cuba/China/consolidan/alianza/estrategica/elpepuint/20110609elpepiint_5/Tes</p>
<p>4- http://www.elpais.com/articulo/internacional/Fidel/Castro/da/alta/elpepuint/20100807elpepuint_9/Tes</p>
<p>5- Elpidio Valdés: personagem criado em 1970, por Padrón, ver em http://www.lajiribilla.cu/2008/n389_10/pueblomocho.html</p>
<p>6- http://www.cablegatesearch.net/cable.php?id=09HAVANA527&amp;q=obama%20yoani</p>
<p>* Tradução de Sandra Luiz Alves. (Tomado del blog de Altamiro Borges)</p>
<p><strong>Artículo original en <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/2011/09/09/um-martir-da-“informacao-verdadeira”/" >La pupila insomne</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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